sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

FELIZ NATAL E PRÓSPERO 2017




AH !!!... BONS TEMPOS 

 

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

JINGLE DE NATAL VARIG

Este jingle de maior sucesso da Varig fez parte de 18 anos das mais diversas campanhas natalinas. Cante agora e relembre: "Estrela brasileira, no céu azul,. iluminando de norte a sul....

AH!!!... BONS TEMPOS

domingo, 18 de dezembro de 2016

SINGIN' IN THE RAIN ( Filme Cantando na chuva )

Singin' in the Rain (no Brasil, Cantando na Chuva e em Portugal, Serenata à Chuva) é um filme estadunidense do gênero comédia musical, dirigido e coreografado por Gene Kelly e Stanley Donen e estrelada por Kelly, Donald O'Connor e Debbie Reynolds. O filme se passa nos anos 20 em Hollywood na transição do cinema mudo para o cinema falado.

Don Lockwood (Gene Kelly) e Lina Lamont (Jean Hagen) são dois dos astros mais famosos da época do cinema mudo em Hollywood. Seus filmes são um verdadeiro sucesso de público e as revistas inclusive apostam num relacionamento mais íntimo entre os dois, o que não existe na realidade. Mas uma novidade no mundo do cinema chega para mudar totalmente a situação de ambos no mundo da fama: o cinema falado, que logo se torna a nova moda entre os espectadores. Decidido a produzir um filme falado com o casal mais famoso do momento, Don e Lina precisam entretanto superar as dificuldades do novo método de se fazer cinema, para conseguir manter a fama conquistada.
O filme ocupa a primeira colocação na Lista dos 25 Maiores Musicais Americanos de todos os tempos, idealizada pelo American Film Institute (AFI) e divulgada em 2006.
O filme foi um sucesso modesto quando lançado pela primeira vez, com vitória de O'Connor Melhor Ator no Globo de Ouro e Comden e Green vitória no Writers Guild of America Prêmios sendo as únicas grandes reconhecimentos. No entanto, foi-lhe conferido o status legendário por críticos contemporâneos. Agora, é frequentemente descrito como um dos melhores musicais de todos os tempos, superando o 100 AFI Anos de lista Musicais, e ocupando a quinta posição em sua lista atualizada dos maiores filmes americanos em 2007.

domingo, 11 de dezembro de 2016

PERRY COMO

Pierino Ronald "Perry" Como (Canonsburg, 18 de maio de 1912 – Jupiter Inlet Colony, 12 de maio de 2001) foi um cantor e apresentador de televisão norte-americano.
Durante mais de cinquenta anos de carreira ele gravou exclusivamente para a RCA Victor, após ser contratado em 1943. "Mr. C", como era conhecido, vendeu milhões de discos para a RCA e obteve destaque no meio televisivo por seu pioneirismo, ao apresentar um novo programa de variedades, "The Perry Como Show", que foi um grande sucesso e estabeleceu-se como referência para o gênero, tornando-se um dos mais bem-sucedidos da História. O sucesso alcançado por Como na televisão e na música não foi igualado por nenhum outro artista em sua época. Durante os anos 1940, Como apareceu em um trio de filme da 20th Century Fox, os quais co-estrelou Carmen Miranda.

Perry Como foi responsável por inúmeros sucessos, com vendagens tão altas, que a gravadora literalmente parou de contabilizar os números a pedido do próprio cantor. Os seus programas semanais e especiais de televisão eram transmitidos ao redor do mundo e sua popularidade aparentava não possuir barreiras geográficas ou culturais.
Ele se sentia igualmente à vontade em grandes apresentações ao vivo ou na quietude de um estúdio de gravação. O apelo de sua música atravessou gerações, tornando-o um artista respeitado tanto por seu profissionalismo quanto por sua conduta de vida pessoal. No obtuário feito em sua memória pela gravadora RCA Victor na revista Billboard americana, a sua vida foi resumida em poucas palavras: "Cinquenta anos de música e vida bem vividos. Um exemplo para todos."
O compositor Ervin Drake disse sobre ele, "às vezes alguém como Perry surge e simplesmente não 'vai na onda dos outros', e mesmo assim prevalece, apesar de ser importunado pelos que o cercam para que ceda aos seus valores corrompidos. Mas isso só acontece às vezes." Perry Como foi agraciado com a Honraria do Kennedy Center em 1987, que representa o reconhecimento por contribuição significativa para a Cultura Americana através das artes cênicas e do espetáculo. Em 2006 o artista foi inserido no "Long Island Music Hall of Fame". Perry Como ainda tem a distinção de possuir três estrelas na Calçada da Fama de Hollywood, cada uma representando o seu trabalho no rádio, na televisão e na música.
Perry Como nasceu em Canonsburg, Pensilvânia, que fica aproximadamente 30 quilômetros ao sul de Pittsburgh. É o sétimo dos treze filhos do casal Pietro Como e Lucia Travaglini, que imigraram para os Estados Unidos em 1900, vindos da Itália, originários de Palena, na região de Abruzos. Ele era católico. Seu pai era barítono amador e colocou todos os filhos para estudar música, mesmo tendo dificuldades para pagar as aulas. Para ajudar no orçamento doméstico, o jovem Perry começou a trabalhar na barbearia de Steve Fragapane aos 10 anos de idade, recebendo 50 centavos por semana.

Apesar de sempre ter gostado de cantar e, ainda na adolescência, ter mostrado talento para tocar trombone na fanfarra da cidade e órgão na igreja local, a primeira grande ambição de Perry Como era ser o melhor barbeiro da sua cidade. Com quatorze anos de idade ele já era dono de sua própria barbearia. Em 31 de julho de 1933, ele se casou com a namoradinha da adolescência, Roselle Belline, que ele conheceu num piquenique em Chartier's Creek, na Pensilvânia, no ano de 1929, quando ele tinha 17 anos. Eles tiveram três filhos: Ronald, David e Therese. Em 1993 ele sobreviveu a um câncer de bexiga, depois de um tratamento bem-sucedido. Perry e Roselle continuaram casados até a morte dela em agosto de 1998, aos 84 anos. Como ficou devastado pelo falecimento de sua esposa.
Em 1933, Perry uniu-se à banda de Freddy Carlone em Ohio, e três anos mais tarde foi trabalhar na Ted Weems' Orchestra, onde fez as suas primeiras gravações. A primeira delas foi uma canção intitulada "You Can't Pull the Wool Over My Eyes", gravada para o selo Decca Records.

Em 1942, o maestro Ted Weems dissolveu a banda, e então Perry decidiu retornar para Canonsburg, para ficar próximo à sua família e voltar a exercer a profissão de barbeiro. Ele estava cansado de viver viajando sem a companhia da esposa e do filho pequeno. Ainda quando negociava o aluguel de uma loja para reabrir sua barbearia, Perry recebeu uma ligação da General Artists Corporation, oferecendo-lhe seu próprio programa de rádio na emissora CBS, além de um contrato de gravação com a RCA Victor. Quem proporcionou o estímulo inicial para Perry recomeçar sua carreira foi a esposa, Roselle, que disse "Você sempre poderá abrir uma outra barbearia se não der certo!"
"Goodbye Sue", de 1943, composta por Jimmy Rule, Lou Ricca e Jules Loman, foi a primeira canção gravada na RCA Victor. Perry se tornaria o artista que mais tempo esteve contratado pela gravadora—mais de 40 anos. No final do ano de 1944, ele foi para a rádio NBC fazer o programa Chesterfield Supper Club. Mais tarde, ele se tornaria um artista de grande sucesso no teatro e em apresentações em casas noturnas. No início dos anos 1940, houve ocasiões em que Frank Sinatra solicitava a Perry Como para substituí-lo em apresentações no Paramount Theater.

Em 1945, Como gravou a balada "Till the End of Time" (baseada na "Polonesa Heroica" de Chopin), que foi o marco inicial de sua carreira de sucesso. Ele se tornou também o primeiro cantor popular a alcançar a marca de dois milhões de discos vendidos, com dois LPs ao mesmo tempo no mercado, "Till the End of Time" e "If I Loved you", naquele mesmo ano. Perry Como foi o primeiro artista a ver dez de seus discos alcançarem a marca de um milhão de cópias vendidas. Da mesma forma, o seu programa de televisão alcançou uma audiência muito maior do que qualquer outro programa musical apresentado por um cantor até hoje.

 Como obteve, segundo a pesquisa de Joel Whitburn das Paradas de Sucesso Americanas, quatorze músicas que chegaram ao topo em pelo menos uma das três listas da Billboard (cópias vendidas, disc jockeys e jukeboxes): "Till The End Of Time" (1945); "Prisoner of Love" (1946); "Surrender" (1946); "Chi-Baba, Chi-Baba" (1947); "A - You're Adorable" (1949); "Some Enchanted Evening" (1949); "Hoop-De-Doo" (1950); "If" (1951); "Don't Let The Stars Get In Your Eyes" (1952); "No Other Love" (1953); "Wanted" (1954); "Hot Diggity (Dog Ziggity Boom)" (1956); "Round And Round" (1957); and "Catch a Falling Star" (1957).
Em 14 de março de 1958, a RIAA, a associação das grandes gravadoras americanas, certificou o hit "Catch a Falling Star" como o primeiro Disco de Ouro da entidade. "Catch a Falling Star" foi composta por Paul Vance e Lee Pockriss. A dupla também foi responsável pela canção "Itsy Bitsy Teeny Weeny Yellow Polka Dot Bikini." Nesse mesmo ano, Perry Como foi premiado na primeira edição do Grammy, na categoria Melhor Performance Vocal Masculina, com a música "Catch a Falling Star". O seu último hit Top 40 foi uma versão da música de Don McLean, "And I Love You So", gravada em 1973.

Ele gravou muitos discos para a RCA entre 1952 e 1987, e são atribuídos a ele numerosos discos de ouro. Perry Como possuía tantos discos que alcançaram esse status, que ele simplesmente se negou a certificar a vendagem de muitos deles. Era a simplicidade que tanto o diferenciava dos seus colegas do meio artístico, e que o fazia ser adorado por legiões de fãs ao redor do mundo. Sabe-se que Perry Como vendeu milhões de discos durante sua carreira, mas ele evitava constantemente que esses números fossem divulgados.
Após 27 anos sem se apresentar em casas noturnas, ele decidiu aceitar um convite para cantar no International Hotel em Las Vegas, em junho de 1970. Desde 1944 que ele não fazia apresentações, tendo cantado a última vez no famoso nightclub Nova Iorquino, Copacabana.  Ainda que tenha continuado a apresentar-se regularmente em Las Vegas, ele limitou suas apresentações apenas a essa cidade. Foi também nos anos 1970 que Como fez a sua primeira grande apresentação fora dos Estados Unidos, em um show no London Palladium, destinado a arrecadar fundos para instituições de caridade infantil, em maio de 1974. Perry voltaria ao Reino Unido em novembro, novamente ao Palladium, para uma apresentação para a Família Real Britânica, também para arrecadar fundos para instituições de caridade. Logo depois disso, em 1975, ele anunciou sua primeira turnê, que começaria pelo Reino Unido.


Nos anos 1980, o clima no ambiente de gravação já não era mais o mesmo dos velhos tempos da RCA Victor. No início de sua carreira, as sessões em estúdio eram repletas de diversão e alegria. Em uma gravação de 1959 da música "Santa Claus is Comin' to Town", um ouvinte mais atento poderá escutar Perry gargalhando no momento de uma entrada da orquestra. Mas em anos recentes, o ambiente de estúdio tornou-se muito mais sombrio. Por esse motivo, ele abandonou a gravação do que seria seu último álbum de estúdio, no início dos anos 1980.

Em 1987 ele voltou a gravar para a RCA, dessa vez, com uma pessoa de sua inteira confiança: o amigo e parceiro Nick Perito. Sua gravação de "The Wind Beneath My Wings" era quase autobiográfica—uma conclusão perfeita para uma carreira longa e bem-sucedida. Ele gravou apenas mais uma vez, em 1994, para o seu Concerto de Natal na Irlanda.
A partir de 1989 até o ano de sua morte, 2001, Como apresentou um programa de rádio semanal com John Knox, chamado "Weekend With Perry".



domingo, 4 de dezembro de 2016

THE CLEVERS

The Clevers, posteriormente The New Clevers, ou Os Novos Clevers, ou simplesmente Os Clevers, era o nome de uma banda brasileira de música pop/rock nas décadas de 1960 e 1970, que teve diversas formações.
Inicialmente, o nome The Clevers era utilizado, no começo dos anos 60, pelo grupo que em seguida passaria a se chamar Os Incríveis.

A posterior formação, intitulada The New Clevers, foi lançada no programa Ritmos para a Juventude, apresentado por Antonio Aguilar na antiga TV Paulista - Canal 5, a partir da banda cujo nome original era Les Celibateurs. Seus membros eram oriundos da zona sul de São Paulo, formada inicialmente pelos irmãos Reno (guitarra ritmo) e Francis (guitarra solo), Ringo (teclado e saxofone), Tony (contrabaixo) e Netinho (bateria).
O primeiro sucesso do conjunto The Clevers (esse era o verdadeiro nome), foi EL RELICÁRIO em um compacto simples.
Em 1964, a cantora italiana Rita Pavone veio ao Brasil e se apresentou na TV Record Canal 7, acompanhada pela banda The Clevers (Os Incríveis), cujo empresário era o apresentador Antonio Aguillar.
Nessa ocasião, Rita, a cantora italiana do sucesso “Datemi un martello”, resolveu convidar a banda para uma turnê pela Itália. Corriam notícias de que Rita Pavone estava de namoro com o baterista Netinho, daí o notável interesse pela banda.
Na volta da turnê houve um desentendimento entre a banda e o empresário Antonio Aguilar, e, como este último era detentor da marca The Clevers, resolveu retirá-la da banda recém chegada da Europa que passou a denominar-se “Os Incríveis”.



Na verdade The Clevers composto por Mingo (voz), Neno (baixo), Netinho (bateria), Risonho (guitarra) e Manito (sax e outros instrumentos - tocava vários), mudou para Os Incríveis no retorno de um turnê na Argentina e de lá trouxe o nome Os Incríveis pois assim as platéias gritavam nas apresentações do grupo.
Nessa época, Antonio Aguilar era apresentador do programa Ritmos para a Juventude, onde dentre as várias bandas que lá se apresentavam escolheu a que mais gostava, a banda Les Celibateurs, que passou a empresariar, trocando seu nome para The Clevers, Os Novos Clevers, The New Clevers ou simplesmente Os Clevers, como ficaram conhecidos.
A banda The New Clevers foi imediatamente hostilizada pelos fãs de Os Incríveis, que transferiram o problema da briga de Antonio Aguilar para os jovens cabeludos da antiga banda Les Celibateurs.

Aos poucos esse quadro foi se revertendo, pois os estilos das duas bandas não se confundiam. O talento dos jovens músicos que se apresentavam, com longos cabelos e cantavam versões de músicas, que se tornaram sucessos no Brasil como o “No Reply” dos Beatles ("Tentei telefonar, disseram que você não estava… Não acreditei…"), "Not second time" ("Não quero mais te amar"), mostraram que a banda The New Clevers teria plenas condições de conquistar seu próprio espaço no cenário musical independente da questão da marca envolvida.
Em outubro de 1966 gravaram pela Copacabana o LP “Juventude em Guarda” contendo uma coletânea da banda. Nesse mesmo ano, lançaram o compacto simples “Por que você não vem”, também pela mesma gravadora.
Em 1967 lançaram o compacto “O Quadradão” pela Copacabana e em 1968 gravaram o sucesso “A lenda de Xanadu“ pela gravadora RGE.


Nesse mesmo ano de 1968, já no auge da Jovem Guarda, os Novos Clevers, também, curiosamente após uma turnê no exterior, tiveram um desentendimento entre seus integrantes. Nessa época, a banda se auto geria e era liderada pelo guitarrista Francis.
Não se sabe direito a razão da briga, mas o resultado foi que Ringo, Tony e Betinho acabaram por se separar dos irmãos Reno e Francis, formando outra banda chamada Vox Deorum( Avoz dos Deuses), que gravou como resposta o sucesso (Se o telefone tocar,de autoria de Ringo....).Para formar o quarteto, convidaram o experiente guitarrista Célio Domingues(Celinho).
A Gravadora que deu todo o suporte de divulgação para a Banda VOX DEORUM foi a RGE/FERMATA. O "empresário" Aarão Bernardo Perlov, era quem cuidava da Agenda de shows.
Nesse mesmo ano, Reno (Ricardo Monteiro) e Francis (José Francisco Monteiro) resolveram selecionar músicos que se destacavam em outras bandas para integrar 'Os Clevers e dar continuidade a banda.
 Passaram a integrar a banda os músicos Toninho (Antonio Bichara) ex-integrante e líder da banda RT-4, guitarrista e tecladista, e os irmãos Marco (Marco Antonio Bismarck) baterista e Marinho (Mario Eugênio Bismarck) contrabaixista, ex-integrantes da banda Os Monges.
Essa nova formação deu a banda uma cara nova, estilo que agregava força instrumental e vocal de 1ª linha, com arranjos que impressionavam os mais experientes nomes da crítica musical da época.
Apesar da insistência dos novos integrantes para a mudança do nome da banda para outro que não lembrasse nem de longe esse fatídico nome, que tantos problemas carregou, o teimoso Francis acreditava que a marca Clevers deveria continuar, pois tinha projeção internacional e o que contava naquele momento era o talento dos novos integrantes.
 Acreditava que o reconhecimento do talento e qualidade da banda com essa nova formação suplantariam qualquer lembrança ou problema de eventual antipatia dos fãs relacionadas com o nome Clevers.
De fato, os Novos Clevers, agora novíssimos, tinham talento de sobra. Todos excelentes músicos, cantavam e suas interpretações e arranjos chamavam atenção do público nas apresentações.
Participaram na época de quase todos os programas de sucesso da TV brasileira. Fizeram apresentações ainda na TV ao vivo, cantando sem instrumental, no estilo a capela, músicas como “I believe”.

Abrilhantaram o último programa de entrega do Troféu Roquete Pinto, com uma apresentação magnífica da música “Aquarius” (do grupo norte-americano 5th Dimension) com a coreografia de Aládia Centenário e o corpo de bailarinas da TV Record.
Ainda em 1970, gravaram um LP pela Continental com Arnaud Rodrigues e Macumbinha (violonista da época). O disco que se chamou Sound & Pyla foi o primeiro de sua carreira como músico, antecedendo aos Baianos e Novos Caetanos. Naquele mesmo ano fizeram vários shows e bailes em cidades pelo Brasil.
No início de 1971, Toninho saiu da banda, pois o curso em período integral para a formação em engenharia o impediu de continuar com as atividades da banda. Foi convidado para substituí-lo o Ricardo, ex-tecladista dos Monges e integrante da banda do Ney Matogrosso.
Em 1971 The Clevers gravaram pela Epic dois compactos “Baby, come back” e “Vou seguindo”, produzidos por Walter D’Avila Filho.
Encerraram suas atividades em 1974, no Beco, casa noturna das mais badaladas de São Paulo de propriedade de Abelardo Figueiredo.