sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

FELIZ NATAL E PRÓSPERO 2017




AH !!!... BONS TEMPOS 

 

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

JINGLE DE NATAL VARIG

Este jingle de maior sucesso da Varig fez parte de 18 anos das mais diversas campanhas natalinas. Cante agora e relembre: "Estrela brasileira, no céu azul,. iluminando de norte a sul....

AH!!!... BONS TEMPOS

domingo, 18 de dezembro de 2016

SINGIN' IN THE RAIN ( Filme Cantando na chuva )

Singin' in the Rain (no Brasil, Cantando na Chuva e em Portugal, Serenata à Chuva) é um filme estadunidense do gênero comédia musical, dirigido e coreografado por Gene Kelly e Stanley Donen e estrelada por Kelly, Donald O'Connor e Debbie Reynolds. O filme se passa nos anos 20 em Hollywood na transição do cinema mudo para o cinema falado.

Don Lockwood (Gene Kelly) e Lina Lamont (Jean Hagen) são dois dos astros mais famosos da época do cinema mudo em Hollywood. Seus filmes são um verdadeiro sucesso de público e as revistas inclusive apostam num relacionamento mais íntimo entre os dois, o que não existe na realidade. Mas uma novidade no mundo do cinema chega para mudar totalmente a situação de ambos no mundo da fama: o cinema falado, que logo se torna a nova moda entre os espectadores. Decidido a produzir um filme falado com o casal mais famoso do momento, Don e Lina precisam entretanto superar as dificuldades do novo método de se fazer cinema, para conseguir manter a fama conquistada.
O filme ocupa a primeira colocação na Lista dos 25 Maiores Musicais Americanos de todos os tempos, idealizada pelo American Film Institute (AFI) e divulgada em 2006.
O filme foi um sucesso modesto quando lançado pela primeira vez, com vitória de O'Connor Melhor Ator no Globo de Ouro e Comden e Green vitória no Writers Guild of America Prêmios sendo as únicas grandes reconhecimentos. No entanto, foi-lhe conferido o status legendário por críticos contemporâneos. Agora, é frequentemente descrito como um dos melhores musicais de todos os tempos, superando o 100 AFI Anos de lista Musicais, e ocupando a quinta posição em sua lista atualizada dos maiores filmes americanos em 2007.

domingo, 11 de dezembro de 2016

PERRY COMO

Pierino Ronald "Perry" Como (Canonsburg, 18 de maio de 1912 – Jupiter Inlet Colony, 12 de maio de 2001) foi um cantor e apresentador de televisão norte-americano.
Durante mais de cinquenta anos de carreira ele gravou exclusivamente para a RCA Victor, após ser contratado em 1943. "Mr. C", como era conhecido, vendeu milhões de discos para a RCA e obteve destaque no meio televisivo por seu pioneirismo, ao apresentar um novo programa de variedades, "The Perry Como Show", que foi um grande sucesso e estabeleceu-se como referência para o gênero, tornando-se um dos mais bem-sucedidos da História. O sucesso alcançado por Como na televisão e na música não foi igualado por nenhum outro artista em sua época. Durante os anos 1940, Como apareceu em um trio de filme da 20th Century Fox, os quais co-estrelou Carmen Miranda.

Perry Como foi responsável por inúmeros sucessos, com vendagens tão altas, que a gravadora literalmente parou de contabilizar os números a pedido do próprio cantor. Os seus programas semanais e especiais de televisão eram transmitidos ao redor do mundo e sua popularidade aparentava não possuir barreiras geográficas ou culturais.
Ele se sentia igualmente à vontade em grandes apresentações ao vivo ou na quietude de um estúdio de gravação. O apelo de sua música atravessou gerações, tornando-o um artista respeitado tanto por seu profissionalismo quanto por sua conduta de vida pessoal. No obtuário feito em sua memória pela gravadora RCA Victor na revista Billboard americana, a sua vida foi resumida em poucas palavras: "Cinquenta anos de música e vida bem vividos. Um exemplo para todos."
O compositor Ervin Drake disse sobre ele, "às vezes alguém como Perry surge e simplesmente não 'vai na onda dos outros', e mesmo assim prevalece, apesar de ser importunado pelos que o cercam para que ceda aos seus valores corrompidos. Mas isso só acontece às vezes." Perry Como foi agraciado com a Honraria do Kennedy Center em 1987, que representa o reconhecimento por contribuição significativa para a Cultura Americana através das artes cênicas e do espetáculo. Em 2006 o artista foi inserido no "Long Island Music Hall of Fame". Perry Como ainda tem a distinção de possuir três estrelas na Calçada da Fama de Hollywood, cada uma representando o seu trabalho no rádio, na televisão e na música.
Perry Como nasceu em Canonsburg, Pensilvânia, que fica aproximadamente 30 quilômetros ao sul de Pittsburgh. É o sétimo dos treze filhos do casal Pietro Como e Lucia Travaglini, que imigraram para os Estados Unidos em 1900, vindos da Itália, originários de Palena, na região de Abruzos. Ele era católico. Seu pai era barítono amador e colocou todos os filhos para estudar música, mesmo tendo dificuldades para pagar as aulas. Para ajudar no orçamento doméstico, o jovem Perry começou a trabalhar na barbearia de Steve Fragapane aos 10 anos de idade, recebendo 50 centavos por semana.

Apesar de sempre ter gostado de cantar e, ainda na adolescência, ter mostrado talento para tocar trombone na fanfarra da cidade e órgão na igreja local, a primeira grande ambição de Perry Como era ser o melhor barbeiro da sua cidade. Com quatorze anos de idade ele já era dono de sua própria barbearia. Em 31 de julho de 1933, ele se casou com a namoradinha da adolescência, Roselle Belline, que ele conheceu num piquenique em Chartier's Creek, na Pensilvânia, no ano de 1929, quando ele tinha 17 anos. Eles tiveram três filhos: Ronald, David e Therese. Em 1993 ele sobreviveu a um câncer de bexiga, depois de um tratamento bem-sucedido. Perry e Roselle continuaram casados até a morte dela em agosto de 1998, aos 84 anos. Como ficou devastado pelo falecimento de sua esposa.
Em 1933, Perry uniu-se à banda de Freddy Carlone em Ohio, e três anos mais tarde foi trabalhar na Ted Weems' Orchestra, onde fez as suas primeiras gravações. A primeira delas foi uma canção intitulada "You Can't Pull the Wool Over My Eyes", gravada para o selo Decca Records.

Em 1942, o maestro Ted Weems dissolveu a banda, e então Perry decidiu retornar para Canonsburg, para ficar próximo à sua família e voltar a exercer a profissão de barbeiro. Ele estava cansado de viver viajando sem a companhia da esposa e do filho pequeno. Ainda quando negociava o aluguel de uma loja para reabrir sua barbearia, Perry recebeu uma ligação da General Artists Corporation, oferecendo-lhe seu próprio programa de rádio na emissora CBS, além de um contrato de gravação com a RCA Victor. Quem proporcionou o estímulo inicial para Perry recomeçar sua carreira foi a esposa, Roselle, que disse "Você sempre poderá abrir uma outra barbearia se não der certo!"
"Goodbye Sue", de 1943, composta por Jimmy Rule, Lou Ricca e Jules Loman, foi a primeira canção gravada na RCA Victor. Perry se tornaria o artista que mais tempo esteve contratado pela gravadora—mais de 40 anos. No final do ano de 1944, ele foi para a rádio NBC fazer o programa Chesterfield Supper Club. Mais tarde, ele se tornaria um artista de grande sucesso no teatro e em apresentações em casas noturnas. No início dos anos 1940, houve ocasiões em que Frank Sinatra solicitava a Perry Como para substituí-lo em apresentações no Paramount Theater.

Em 1945, Como gravou a balada "Till the End of Time" (baseada na "Polonesa Heroica" de Chopin), que foi o marco inicial de sua carreira de sucesso. Ele se tornou também o primeiro cantor popular a alcançar a marca de dois milhões de discos vendidos, com dois LPs ao mesmo tempo no mercado, "Till the End of Time" e "If I Loved you", naquele mesmo ano. Perry Como foi o primeiro artista a ver dez de seus discos alcançarem a marca de um milhão de cópias vendidas. Da mesma forma, o seu programa de televisão alcançou uma audiência muito maior do que qualquer outro programa musical apresentado por um cantor até hoje.

 Como obteve, segundo a pesquisa de Joel Whitburn das Paradas de Sucesso Americanas, quatorze músicas que chegaram ao topo em pelo menos uma das três listas da Billboard (cópias vendidas, disc jockeys e jukeboxes): "Till The End Of Time" (1945); "Prisoner of Love" (1946); "Surrender" (1946); "Chi-Baba, Chi-Baba" (1947); "A - You're Adorable" (1949); "Some Enchanted Evening" (1949); "Hoop-De-Doo" (1950); "If" (1951); "Don't Let The Stars Get In Your Eyes" (1952); "No Other Love" (1953); "Wanted" (1954); "Hot Diggity (Dog Ziggity Boom)" (1956); "Round And Round" (1957); and "Catch a Falling Star" (1957).
Em 14 de março de 1958, a RIAA, a associação das grandes gravadoras americanas, certificou o hit "Catch a Falling Star" como o primeiro Disco de Ouro da entidade. "Catch a Falling Star" foi composta por Paul Vance e Lee Pockriss. A dupla também foi responsável pela canção "Itsy Bitsy Teeny Weeny Yellow Polka Dot Bikini." Nesse mesmo ano, Perry Como foi premiado na primeira edição do Grammy, na categoria Melhor Performance Vocal Masculina, com a música "Catch a Falling Star". O seu último hit Top 40 foi uma versão da música de Don McLean, "And I Love You So", gravada em 1973.

Ele gravou muitos discos para a RCA entre 1952 e 1987, e são atribuídos a ele numerosos discos de ouro. Perry Como possuía tantos discos que alcançaram esse status, que ele simplesmente se negou a certificar a vendagem de muitos deles. Era a simplicidade que tanto o diferenciava dos seus colegas do meio artístico, e que o fazia ser adorado por legiões de fãs ao redor do mundo. Sabe-se que Perry Como vendeu milhões de discos durante sua carreira, mas ele evitava constantemente que esses números fossem divulgados.
Após 27 anos sem se apresentar em casas noturnas, ele decidiu aceitar um convite para cantar no International Hotel em Las Vegas, em junho de 1970. Desde 1944 que ele não fazia apresentações, tendo cantado a última vez no famoso nightclub Nova Iorquino, Copacabana.  Ainda que tenha continuado a apresentar-se regularmente em Las Vegas, ele limitou suas apresentações apenas a essa cidade. Foi também nos anos 1970 que Como fez a sua primeira grande apresentação fora dos Estados Unidos, em um show no London Palladium, destinado a arrecadar fundos para instituições de caridade infantil, em maio de 1974. Perry voltaria ao Reino Unido em novembro, novamente ao Palladium, para uma apresentação para a Família Real Britânica, também para arrecadar fundos para instituições de caridade. Logo depois disso, em 1975, ele anunciou sua primeira turnê, que começaria pelo Reino Unido.


Nos anos 1980, o clima no ambiente de gravação já não era mais o mesmo dos velhos tempos da RCA Victor. No início de sua carreira, as sessões em estúdio eram repletas de diversão e alegria. Em uma gravação de 1959 da música "Santa Claus is Comin' to Town", um ouvinte mais atento poderá escutar Perry gargalhando no momento de uma entrada da orquestra. Mas em anos recentes, o ambiente de estúdio tornou-se muito mais sombrio. Por esse motivo, ele abandonou a gravação do que seria seu último álbum de estúdio, no início dos anos 1980.

Em 1987 ele voltou a gravar para a RCA, dessa vez, com uma pessoa de sua inteira confiança: o amigo e parceiro Nick Perito. Sua gravação de "The Wind Beneath My Wings" era quase autobiográfica—uma conclusão perfeita para uma carreira longa e bem-sucedida. Ele gravou apenas mais uma vez, em 1994, para o seu Concerto de Natal na Irlanda.
A partir de 1989 até o ano de sua morte, 2001, Como apresentou um programa de rádio semanal com John Knox, chamado "Weekend With Perry".



domingo, 4 de dezembro de 2016

THE CLEVERS

The Clevers, posteriormente The New Clevers, ou Os Novos Clevers, ou simplesmente Os Clevers, era o nome de uma banda brasileira de música pop/rock nas décadas de 1960 e 1970, que teve diversas formações.
Inicialmente, o nome The Clevers era utilizado, no começo dos anos 60, pelo grupo que em seguida passaria a se chamar Os Incríveis.

A posterior formação, intitulada The New Clevers, foi lançada no programa Ritmos para a Juventude, apresentado por Antonio Aguilar na antiga TV Paulista - Canal 5, a partir da banda cujo nome original era Les Celibateurs. Seus membros eram oriundos da zona sul de São Paulo, formada inicialmente pelos irmãos Reno (guitarra ritmo) e Francis (guitarra solo), Ringo (teclado e saxofone), Tony (contrabaixo) e Netinho (bateria).
O primeiro sucesso do conjunto The Clevers (esse era o verdadeiro nome), foi EL RELICÁRIO em um compacto simples.
Em 1964, a cantora italiana Rita Pavone veio ao Brasil e se apresentou na TV Record Canal 7, acompanhada pela banda The Clevers (Os Incríveis), cujo empresário era o apresentador Antonio Aguillar.
Nessa ocasião, Rita, a cantora italiana do sucesso “Datemi un martello”, resolveu convidar a banda para uma turnê pela Itália. Corriam notícias de que Rita Pavone estava de namoro com o baterista Netinho, daí o notável interesse pela banda.
Na volta da turnê houve um desentendimento entre a banda e o empresário Antonio Aguilar, e, como este último era detentor da marca The Clevers, resolveu retirá-la da banda recém chegada da Europa que passou a denominar-se “Os Incríveis”.



Na verdade The Clevers composto por Mingo (voz), Neno (baixo), Netinho (bateria), Risonho (guitarra) e Manito (sax e outros instrumentos - tocava vários), mudou para Os Incríveis no retorno de um turnê na Argentina e de lá trouxe o nome Os Incríveis pois assim as platéias gritavam nas apresentações do grupo.
Nessa época, Antonio Aguilar era apresentador do programa Ritmos para a Juventude, onde dentre as várias bandas que lá se apresentavam escolheu a que mais gostava, a banda Les Celibateurs, que passou a empresariar, trocando seu nome para The Clevers, Os Novos Clevers, The New Clevers ou simplesmente Os Clevers, como ficaram conhecidos.
A banda The New Clevers foi imediatamente hostilizada pelos fãs de Os Incríveis, que transferiram o problema da briga de Antonio Aguilar para os jovens cabeludos da antiga banda Les Celibateurs.

Aos poucos esse quadro foi se revertendo, pois os estilos das duas bandas não se confundiam. O talento dos jovens músicos que se apresentavam, com longos cabelos e cantavam versões de músicas, que se tornaram sucessos no Brasil como o “No Reply” dos Beatles ("Tentei telefonar, disseram que você não estava… Não acreditei…"), "Not second time" ("Não quero mais te amar"), mostraram que a banda The New Clevers teria plenas condições de conquistar seu próprio espaço no cenário musical independente da questão da marca envolvida.
Em outubro de 1966 gravaram pela Copacabana o LP “Juventude em Guarda” contendo uma coletânea da banda. Nesse mesmo ano, lançaram o compacto simples “Por que você não vem”, também pela mesma gravadora.
Em 1967 lançaram o compacto “O Quadradão” pela Copacabana e em 1968 gravaram o sucesso “A lenda de Xanadu“ pela gravadora RGE.


Nesse mesmo ano de 1968, já no auge da Jovem Guarda, os Novos Clevers, também, curiosamente após uma turnê no exterior, tiveram um desentendimento entre seus integrantes. Nessa época, a banda se auto geria e era liderada pelo guitarrista Francis.
Não se sabe direito a razão da briga, mas o resultado foi que Ringo, Tony e Betinho acabaram por se separar dos irmãos Reno e Francis, formando outra banda chamada Vox Deorum( Avoz dos Deuses), que gravou como resposta o sucesso (Se o telefone tocar,de autoria de Ringo....).Para formar o quarteto, convidaram o experiente guitarrista Célio Domingues(Celinho).
A Gravadora que deu todo o suporte de divulgação para a Banda VOX DEORUM foi a RGE/FERMATA. O "empresário" Aarão Bernardo Perlov, era quem cuidava da Agenda de shows.
Nesse mesmo ano, Reno (Ricardo Monteiro) e Francis (José Francisco Monteiro) resolveram selecionar músicos que se destacavam em outras bandas para integrar 'Os Clevers e dar continuidade a banda.
 Passaram a integrar a banda os músicos Toninho (Antonio Bichara) ex-integrante e líder da banda RT-4, guitarrista e tecladista, e os irmãos Marco (Marco Antonio Bismarck) baterista e Marinho (Mario Eugênio Bismarck) contrabaixista, ex-integrantes da banda Os Monges.
Essa nova formação deu a banda uma cara nova, estilo que agregava força instrumental e vocal de 1ª linha, com arranjos que impressionavam os mais experientes nomes da crítica musical da época.
Apesar da insistência dos novos integrantes para a mudança do nome da banda para outro que não lembrasse nem de longe esse fatídico nome, que tantos problemas carregou, o teimoso Francis acreditava que a marca Clevers deveria continuar, pois tinha projeção internacional e o que contava naquele momento era o talento dos novos integrantes.
 Acreditava que o reconhecimento do talento e qualidade da banda com essa nova formação suplantariam qualquer lembrança ou problema de eventual antipatia dos fãs relacionadas com o nome Clevers.
De fato, os Novos Clevers, agora novíssimos, tinham talento de sobra. Todos excelentes músicos, cantavam e suas interpretações e arranjos chamavam atenção do público nas apresentações.
Participaram na época de quase todos os programas de sucesso da TV brasileira. Fizeram apresentações ainda na TV ao vivo, cantando sem instrumental, no estilo a capela, músicas como “I believe”.

Abrilhantaram o último programa de entrega do Troféu Roquete Pinto, com uma apresentação magnífica da música “Aquarius” (do grupo norte-americano 5th Dimension) com a coreografia de Aládia Centenário e o corpo de bailarinas da TV Record.
Ainda em 1970, gravaram um LP pela Continental com Arnaud Rodrigues e Macumbinha (violonista da época). O disco que se chamou Sound & Pyla foi o primeiro de sua carreira como músico, antecedendo aos Baianos e Novos Caetanos. Naquele mesmo ano fizeram vários shows e bailes em cidades pelo Brasil.
No início de 1971, Toninho saiu da banda, pois o curso em período integral para a formação em engenharia o impediu de continuar com as atividades da banda. Foi convidado para substituí-lo o Ricardo, ex-tecladista dos Monges e integrante da banda do Ney Matogrosso.
Em 1971 The Clevers gravaram pela Epic dois compactos “Baby, come back” e “Vou seguindo”, produzidos por Walter D’Avila Filho.
Encerraram suas atividades em 1974, no Beco, casa noturna das mais badaladas de São Paulo de propriedade de Abelardo Figueiredo.

domingo, 27 de novembro de 2016

BUTCH CASSID AND SUNDANCE KID ( Filme 1969 )


Butch Cassidy and the Sundance Kid (Butch Cassidy (título no Brasil) ou Dois Homens e um Destino (título em Portugal)) é um filme estadunidense de 1969, dirigido por George Roy Hill. O filme é estrelado por Paul Newman e Robert Redford.


Butch Cassidy e Sundance Kid são dois ladrões e ganham a vida assim. Certo dia assaltam um comboio de uma pessoa muito importante, que não vai dar tréguas aos dois amigos, contratando um grupo de cowboys comandado por um xerife incorruptível. Ao longo do filme, vai-se desenrolando uma série de peripécias, onde os dois amigos fazem de tudo para escapar, até que, num ato de desespero, fogem para a América do Sul -mais precisamente para a Bolívia - devido aos problemas que tinham com a justiça dos Estados Unidos. Um western cheio de ação com os astros Paul Newman e Robert Redford.

Venceu nas categorias de melhor roteiro original, melhor fotografia, melhor trilha sonora e melhor canção original (Raindrops Keep Fallin' on My Head, interpretada por B.J. Thomas).
 Recebeu ainda outras três indicações, nas categorias de melhor filme, melhor diretor e melhor som.
O personagem "Sundance Kid" foi primeiramente oferecido (e aceito) ao ator Steve McQueen. Porém, como tanto McQueen quanto Newman estavam no auge de suas carreiras, surgiu o problema de qual nome apareceria primeiro nos créditos do filme, tendo sido proposto que os nomes dos dois aparecessem antes do título do filme, o que daria uma ideia de igualdade. Newman concordou com a ideia mas McQueen desconfiou que a proposta fosse na verdade um truque e resolveu desistir do filme e o personagem acabou com Robert Redford.

O ator Warren Beatty recusou o papel de "Sundance Kid" pois preferiu atuar em outro filme.
 A produção queria que Bob Dylan cantasse a famosa canção de Burt Bacharach, mas ele não aceitou o convite.
 Ao ver a cena em que Newman experimenta uma bicicleta, o futuro diretor Redford não teria gostado, sugerindo que a mesma fosse cortada do filme. A cena, com a música de Burt Bacharach, acabou se tornando uma das mais famosas do cinema.

domingo, 20 de novembro de 2016

SAM & DAVE

Sam & Dave foi um duo de soul e rhythm and blues norte-americano, que se apresentaram juntos entre 1961 e 1981. O duo era composto por Sam Moore (nascido em 12 de outubro de 1935), e Dave Prater (9 de maio de 1937 – 9 de abril de 1988).

Em 26 anos de carreira, foram incluídos no Rock And Roll Hall of Fame, ganhadores de um Grammy e possuem múltiplos Discos de Ouro certificados pela RIAA. Trouxeram os sons da música gospel para a música pop. Filiados principalmente a Stax Records, em Memphis, Tennessee, de 1965 a 1968, incluíram "Soul Man", "Hold On, I'm Comin", "I Thank You", "When Something is Wrong with My Baby", "Wrap It Up", e outros clássicos do soul de Memphis. Tiveram 20 singles e 10 LPs no topo das paradas. "Soul Man" tem sido reconhecida como uma das canções mais influentes da história pela revista Rolling Stone.
Apelidados de "Double Dynamite", "Sultans of The Sweat" e "The Dynamic Duo" por suas performances infundidas do gospel, Sam & Dave foram um dos maiores ícones da década de 1960. Eles foram influência para muitos músicos famosos, incluindo Bruce Springsteen, Al Green, Tom Petty, Phil Collins, Michael Jackson, Elvis Costello, Teddy Pendergrass, Billy Joel, Steve Winwood e The Blues Brothers, que ajudaram a ressurgir a popularidade do soul, R&B, e blues nos anos 1980, Sam & Dave escreveram um sucesso que ressurgiu mais tarde no filme Blues Brothers, no qual interpretam a canção "Soul Man". Sua letra cita "(…) eu sou um homem negro (…)".
Dave Prater faleceu no dia 9 de abril de 1988, após ser vítima de um acidente automobilístico em Sycamore, Geórgia. O último show de Dave Prater e Sam Daniels foi no Atlanta Civic Center, no dia 3 de abril de 1988, junto com Isaac Hayes. Foi enterrado no Holy Sepulchre Cemetery em Totowa, Nova Jérsei.


domingo, 13 de novembro de 2016

THE DOORS

The Doors foi uma banda de rock psicodélico norte-americana formada em 1965 em Los Angeles, na Califórnia. O grupo era composto por Jim Morrison (voz), Ray Manzarek (teclados), Robby Krieger (guitarra) e John Densmore (bateria). A banda recebeu influências de diferentes estilos musicais, como o country e folk.

Canções como "Break on Through (To the Other Side)", "Light My Fire", "People Are Strange" ou "Riders on the Storm", aliadas à personalidade e escândalos grandiosos protagonizados por Jim Morrison, contribuíram de sobremaneira para o aumento da fama do grupo.
As origens dos The Doors surgem de um encontro ao acaso entre dois estudantes da escola cinematográfica UCLA, Jim Morrison e Ray Manzarek, em Venice Beach, na Califórnia em Julho de 1965. Morrison disse, então, a Manzarek, que andava a escrever canções e, a pedido de Manzarek, cantou "Moonlight Drive". Impressionado pelas letras de Morrison, Manzarek sugeriu que formassem uma banda.

O tecladista Ray Manzarek estava numa banda chamada Rick And The Ravens com o seu irmão Rick Manzarek, enquanto Robby Krieger e John Densmore tocavam com os The Psychedelic Rangers e conheciam Manzarek das aulas de ioga e meditação. Em agosto, Densmore juntou-se ao grupo e, juntamente com os membros dos Ravens e o baixista Patty Sullivan, gravaram uma demo de seis canções em setembro de 1965. A demo foi bastante pirateada e acabou por surgir completa mais tarde, em 1997, em coletânea dos Doors.
Nesse mesmo mês, o grupo recrutou o guitarrista Robby Krieger e o alinhamento final estava formado — Morrison, Manzarek, Krieger e Densmore. A banda retirou o seu nome do título de um livro de Aldous Huxley, "The Doors of Perception", que, por seu turno, havia sido "emprestado" do verso de um poema do artista e poeta do século XIX, William Blake: "If the doors of perception were cleansed, every thing would appear to man as it is: infinite" (em pt: "Se as portas da percepção fossem abertas, tudo apareceria como realmente é: infinito").
Os Doors não tinham uma formação comum à maioria dos grupos de rock porque não possuíam qualquer baixo quando atuavam ao vivo. Deste modo, Manzarek tocava as seções de baixo com a sua mão esquerda no recentemente inventado Fender Rhodes bass keyboard, uma variação do conhecido piano eléctrico Fender Rhodes, enquanto tocava as partes de teclado com a sua mão direita. Já nos álbuns de estúdio, os Doors usaram diversos baixistas, tais como Jerry Scheff, Doug Lubahn, Harvey Brooks, Kerry Magness, Lonnie Mack, Larry Knechtel, Leroy Vinegar e Ray Neapolitan.
Muitas das canções originais dos Doors eram compostas pelo grupo, com Morrison ou Krieger a contribuírem com a letra e melodia inicial, e os restantes com as sugestões rítmicas e harmônicas ou até seções inteiras (por exemplo, a introdução de Manzarek em "Light My Fire").
Em 1966, o grupo tocava no clube The London Fog, tendo, pouco tempo depois, passado para o Whisky a Go Go.  A 10 de agosto, foram vistos pelo presidente da Elektra Records, Jac Holzman, que se encontrava presente sob recomendação de Arthur Lee, vocalista do Love, que estava ligado à Elektra. Após Holzman e o produtor Paul A. Rothchild verem duas performances da banda no Whisky a Go Go, os Doors assinaram contrato com a Elektra Records a 18 de agosto, tendo iniciado aí a longa e bem-sucedida parceria com Rothchild e o engenheiro de som Bruce Botnick.

A hora foi fortuita, pois, a 21 de agosto, o clube despediu a banda após tocarem a canção "The End". Num incidente que serviu de presságio para a polémica que seguiria o grupo, um Morrison sob o efeito de drogas recitou a sua própria interpretação do drama grego "Oedipus Rex", no qual o protagonista Oedipus mata o seu pai e faz sexo com a sua mãe. A versão de Morrison consistia em "Father? Yes son? I want to kill you. Mother? I want to fuck you" (em pt: "Pai? Sim, filho? Eu quero matar-te. Mãe? Eu quero foder-te").
Após a dissolução da banda no início da década de 1970, e especialmente desde a morte de Morrison em 1971, o interesse nas músicas dos Doors se manteve elevado, ultrapassando mesmo, por vezes, o que o grupo teve enquanto esteve ativo. Em todo o mundo, os seus discos já venderam mais de 80 milhões de cópias e de seus DVD's 5 milhões, e continuam a vender cerca de 2,5 milhões anualmente.

domingo, 6 de novembro de 2016

ANTONIO MARCOS

Antônio Marcos Pensamento da Silva (São Paulo, 8 de novembro de 1945 — São Paulo, 5 de abril de 1992) foi um ator, compositor, humorista e cantor brasileiro.
Antônio Marcos trabalhou como office-boy, vendedor de varejo e balconista de loja de calçados, passando pelos programas de calouros, para chegar ao rádio e finalmente à televisão. De 1960 a 1962, destacou-se no programa de Estevam Sangirardi, cantando, tocando violão e fazendo humorismo.

Em 1967, integrou o coral Golden Gate e atuou nas peças Pé Coxinho e Samba Contra 00 Dólar, de Moraci do Val, no Teatro de Arena. Convidado por Ramalho Neto, gravou seu primeiro disco pela RCA, como integrante do conjunto Os Iguais, tornando-se logo solista e fazendo sucesso com a música Tenho Um Amor Melhor Que O Seu (Roberto Carlos).
A partir daí, seguiram-se outros sucessos, como Oração De Um Jovem Triste (Alberto Luís) e Como Vai Você (com Mário Marcos). Foi lançado no cinema por J. B. Tanko, no filme Pais Quadrados... Filhos Avançados (1970), participando também de Som, Amor E Curtição (1972) e de outros, além de atuar em peças teatrais, como Arena Conta Zumbi (Teatro de Arena, direção de Augusto Boal, 1969) e Hair (Teatro Aquarius, direção de Altair Lima, 1970). Atingiu seu maior sucesso em 1973, com O Homem De Nazaré (Cláudio Fontana), que seria lançado no ano seguinte em espanhol. Um de seus últimos sucessos foi a canção-tema de O Profeta, telenovela da TV Tupi na qual participava sua futura esposa Débora Duarte. Já casado com a atriz, participaria com ela da telenovela da TV Bandeirantes, Cara a Cara, na qual também interpretava a canção-tema.
Durante a década de 1980, sua carreira entraria em declínio. Como consequência, Antônio Marcos se tornaria usuário de álcool e outras drogas, que levariam a sua internação em clínicas de reabilitação. Em 1991, pretendia lançar um LP contendo uma versão de Imagine, de John Lennon, mas Yoko Ono, viúva de John, vetou a versão, o que, aliado à falência da gravadora (Esfinge), impediu o lançamento do disco.

Antônio Marcos foi casado quatro vezes, sendo a cantora Vanusa sua primeira esposa — com quem teve as filhas Amanda e Aretha —, e com Débora Duarte — com quem teve Paloma Duarte. Também foi casado com a modelo Rose com quem teve um filho Antônio Pablo. Também teve um caso com a atriz Miriam Mota na época com quatorze anos de idade com quem teve o cantor Manoel Marcos. Nos últimos anos de sua vida, vivia com Ana Paula, filha de Cleonice Rossi Braga e enteada de Roberto Carlos.
Morreu em 5 de abril de 1992, vítima de insuficiência hepática, consequência do alcoolismo. Após sua morte, foram lançados os CDs Acervo (1994, coletânea RCA/BMG) e Aplauso (1996, coletânea RCA/BMG). A música Como Vai Você foi regravada pela intérprete Daniela Mercury.


domingo, 30 de outubro de 2016

11.22.63 (seriado)

A minissérie 11.22.63, do Hulu, em oito episódios, adapta o best-seller de Stephen King contando a história de um viajante no tempo que tenta mudar o curso da história americana evitando o assassinato do presidente John F. Kennedy no fatídico dia 22 de novembro de 1963 (data que dá título ao programa).


Jake Epping (James Franco), um professor de inglês do ensino-médio e recém-divorciado, ganha a oportunidade de viajar de volta no tempo até o ano de 1960 em Dallas, Texas, por meio de um portal do tempo descoberto pelo seu amigo de longa data Al Templeton (Chris Cooper). O objetivo dele no passado é prevenir o assassinato de Jhon F. Kennedy em 1963. No entanto, sua missão é ameaçada por Lee Harvey Oswald (Daniel Webber), pelo próprio passado que faz de tudo para permanecer imutável e o fato dele se apaixonar.


A série tem muitas qualidades, no entanto, para manter o interesse dos espectadores. O tema de viagem no tempo é sempre instigante e cheio de possibilidades, e não será diferente com 11.22.63. Um dos grandes atrativos desta narrativa é ver a linha temporal tentando ‘revidar’ contra Jake enquanto ele tenta alterar o passado, gerando curiosas e imprevisíveis situações de perigo.