domingo, 31 de maio de 2015

NA ONDA DO IÊ IÊ IÊ

Na Onda do Iê-iê-iê é um filme brasileiro de 1966, dirigido por Aurélio Teixeira. É o primeiro filme do grupo humorístico Os Trapalhões e a estréia de Renato Aragão no cinema.


SINOPSE

Os amigos Didi (Renato Aragão) e Maloca / Dedé (Dedé Santana) ajudam o cantor César Silva (Silvio César) a vencer no mundo artístico. Ele se apresenta no programa de calouros do Chacrinha, concorre no Festival da Canção Popular Brasileira e se apaixona pela filha do dono de uma gravadora. Mas precisa enfrentar as armadilhas de um outro cantor, interessado em casar com a moça pelo dinheiro.
PARTICIPAÇÕES

Nos números musicais, além de várias canções compostas e interpretadas por Silvio César, há ainda a apresentação de diversos artistas de sucesso da época: Paulo Sérgio (interpretando como calouro a canção Sentimental demais, de Altemar Dutra), Wilson Simonal (com seu grande sucesso Mamãe passou açúcar em mim, de Carlos Imperial), Wanderley Cardoso, Rosemary, Clara Nunes, The Fevers, Os Vips e do baterista Miltinho, hoje membro do sexteto do programa de Jô Soares, em uma cena curta do filme. Muitos desses artistas brasileiros tiveram a chance de iniciar as suas carreiras identificando-se com o estilo musical dos anos 60 chamado de "Iê-iê-iê" que na verdade era o Rock 'n' Roll, mas no Brasil ganhou esse apelido, mas eram músicas agitadas e pesadas, com acompanhamento de guitarras elétricas, bateria, baixo, saxofone todos tocados bem alto.

ELENCO

    Renato Aragão...Didi
    Dedé Santana...Maloca / Dedé
    Silvio César...César Silva
    José Augusto Branco...Milton Carlos
    Valentina Godoy...Mônica
    Mário Lago...Pai de Mônica
    Mário Petráglia...Tiãozinho
    Chacrinha...Ele Mesmo
    Wanderley Cardoso...Ele Mesmo
    Leila Lopes...Dora
    Rosemary...Ela Mesma
    Wilson Simonal...Ele Mesmo
    Paulo Sérgio...Ele Mesmo
    Clara Nunes...Ela Mesma    Wilton Franco ...Ele Mesmo     Ângelo Antônio...Gordo na Praia
    Márcio Antonucci...Ele Memso {Os Vips}  Ronaldo Antonucci...Ele Mesmo {Os Vips}
    Ed Lincoln...Ele Mesmo.
     
 

domingo, 24 de maio de 2015

DON MCLEAN

Don McLean é um cantor e compositor dos Estados Unidos. Ficou famoso pela canção American Pie, elegia folk-pop de oito minutos e meio que atingiu o topo das paradas americanas. Iniciou sua carreira em meados dos anos 60, tocando em clubes nova-iorquinos, escolas primárias e em prol de causas ambientais.
Don McLean é um nome desconhecido para muita gente. Mas é o autor de três músicas memoráveis e o inspirador involuntário de uma quarta. McLean nasceu no estado de Nova Iorque, em 1945 e iniciou sua carreira musical como cantor de folk music americana, apresentando-se com o lendário Pete Seeger. Em 1970, compôs uma música chamada “Vincent”, em homenagem a Van Gogh, e ofereceu a várias gravadoras. Nenhuma se interessou, mas a Beat Goes On propôs gravar um disco outras composições suas, que foi intitulado “Tapestry” e que passou despercebido.

Em 1971, gravou o single “American Pie”, e foi para o topo da parada americana, onde ficou por 4 semanas. Um grande feito, visto que a canção tem mais de oito minutos, e músicas muito longas costumam ser ignoradas pelas estações de rádio. O LP, lançado na esteira do single, tornou-se também um campeão de vendagens e incluiu a canção “Vincent”, que tentara em vão gravar anteriormente. E chamou a atenção para o disco anterior, onde a faixa “And I Love you so” foi tardiamente descoberta.


  American Pie – O maior sucesso de Don McLean é um rock épico e uma homenagem a Buddy Holly, o roqueiro americano que morreu jovem, em um acidente de avião, na companhia de Richie Valens (que popularizou a música La Bamba) e The Big Bopper.

Vincent – Mais antiga do que American Pie, foi incluída no Lp do mesmo nome, que se seguiu ao grande sucesso da homenagem a Buddy Holly. Don McLean conta que inspirou-se quando estava vendo um dos quadros mais famosos de Van Gogh, pintado quando ele estava internado em Saint Remy, e que retrata uma paisagem noturna com ciprestes e que é conhecido pelo nome em inglês: Starry Night.. A letra de McLean fala da beleza da pintura de Van Gogh, da obstinação do pintor em seguir o seu caminho, mesmo com a incompreensão e o desprezo dos seus contemporâneos.

And I love you so – Uma bela canção de amor, compõe, com American Pie e Vincent, o trio das melhores músicas de Don McLean. Lançada no seu primeiro LP, passou em branco e chamou alguma atenção quando gravado por Perry Como.

Outros de seus sucessos são:  Castles in the air, Since i don't have you e Crying.
 

domingo, 17 de maio de 2015

B.B. KING

Riley Ben King, mais conhecido como B. B. King, (Itta Bena, Mississippi, 16 de setembro de 1925 – Las Vegas, 14 de maio de 20151 ) foi um guitarrista de Blues, compositor e cantor estado-unidense. O "B. B." em seu nome significa Blues Boy, seu pseudônimo como moderador na rádio W. Foi considerado ao lado de Eric Clapton e Jimi Hendrix os melhores guitarristas do mundo pela revista norte-americana Rolling Stone. Ao longo da sua carreira, B.B. King foi distinguido com 15 prémios Grammy, tendo sido o criador de um estilo musical único e que faria dele um dos músicos mais respeitados e influentes de blues, tendo ganho o epíteto de Rei dos Blues.

Era apreciado por seus solos, nos quais, ao contrário de muitos guitarristas, preferia usar poucas notas. Certa vez, B.B. King teria dito: "posso fazer uma nota valer por mil".

Riley Ben King nasceu em uma plantação de algodão em 16 de setembro de 1925 em Itta Bena, perto de Indianola, no Mississippi, Estados Unidos.
Teve uma infância difícil – aos 9 anos, vivia sozinho e colhia algodão para se sustentar.
Começou por tocar, a troco de algumas moedas, na esquina da Second Street. Chegou mesmo a tocar em quatro cidades diferentes aos sábados à noite.
No ano de 1947, partia para Memphis, no Tennessee, apenas com sua guitarra e $2,50 dólares. Como pretendia seguir a carreira musical, a cidade de Memphis, onde se cruzavam todos os músicos importantes do sul dos Estados Unidos, sustentava uma vasta competitiva comunidade musical em que todos os estilos musicais negros eram ouvidos.

Nomes como Django Reinhardt, Blind Lemon Jefferson, Lonnie Johnson, Charlie Christian e T-Bone Walker tornaram-se ídolos de B. B. King.
"Num sábado à noite ouvi uma guitarra elétrica que não estava a tocar espirituais negros. Era T-Bone interpretando "Stormy Monday" e foi o som mais belo que alguma vez ouvi na minha vida." recorda B. B. King, "Foi o que realmente me levou a querer tocar Blues".
A primeira grande oportunidade da sua carreira surgiu em 1948, quando atuou no programa de rádio de Sonny Boy Williamson, na estação KWEM, de Memphis. Sucederam-se atuações fixas no "Grill" da Sixteenth Avenue e mais tarde um anúncio publicitário de 10 minutos na estação radiofónica WDIA, com uma equipe e direção exclusivamente negra. "King’s Sport", patrocinado por um tônico, tornou-se então tão popular que aumentou o tempo do transmissão e se transformou no "Sepia Swing Club".

King precisou de um nome artístico para a rádio. Ele foi apelidado de "Beale Blues Boy", como referência à música "Beale Street Blues", foi abreviado para "Blues Boy King" e eventualmente para B. B. King. Por mera coincidência, o nome de KING já incluía a simples inicial "B", que não correspondia a qualquer abreviatura.
Pouco depois do seu êxito "Three O'Clock Blues", em 1951, B. B. King começou a fazer turnês nacionais sem parar, atingindo uma média de 275 concertos/ano. Só em 1956 B. B. King e a sua banda fizeram 342 concertos! Dos pequenos cafés, teatros de "gueto", salões de dança, clubes de jazz e de rock, grandes hotéis e recintos para concertos sinfônicos aos mais prestigiados recintos nacionais e internacionais, B. B. King depressa se tornou o mais conceituado músico de Blues dos últimos 40 anos, desenvolvendo um dos mais prontamente identificáveis estilos musicais de guitarra, a nível mundial

 O seu estilo foi inspirador para muitos guitarristas de rock. Mike Bloomfield, Albert Collins, Buddy Guy, Freddie King, Jimi Hendrix, Otis Rush, Johnny Winter, Albert King, Eric Clapton, George Harrison e Jeff Beck foram apenas alguns dos que seguiram a sua técnica como modelo.
Em 1969, B. B. King foi escolhido para a abertura de 18 concertos dos Rolling Stones. Em 1970 fez uma turnê por Uganda, Nigéria e Libéria, com o patrocínio governamental dos E.U.A.
B. B. King (1989).
Começou a participar da maioria dos festivais de Jazz por todo o mundo, incluindo o Newport Jazz Festival e o Kool Jazz Festival New York, e sua presença tornou-se regular no circuito por universidades e colégios.
Em 1989 fez uma turnê de três meses pela Austrália, Nova Zelândia, Japão, França, Alemanha Ocidental, Países Baixos e Irlanda, como convidado especial dos U2, participando igualmente no álbum Rattle and Hum, deste grupo, com o tema "When Love Comes to Town".
Em 26 de julho de 1996, aproveitando ter um concerto agendado para Stuttgart, deslocou-se de propósito de avião até à base aérea de Tuzla, para atuar perante tropas da Suécia, Rússia, Bélgica e E.U.A., estacionadas na Bósnia num esforço conjunto de manutenção da paz. No dia seguinte, voou para a base aérea de Kapsjak, para nova atuação junto de tropas norte-americanas. B. B. King confessa: "Foi emocionante atuar para estes homens e mulheres. Apreciamo-los e queremos que eles saibam que têm o nosso total apoio na sua árdua tarefa de manutenção da paz."
B. B. King terminou 1996 com uma turnê pela América Latina, com concertos no México, Brasil, Chile, Argentina, Uruguai e, pela primeira vez, no Peru e Paraguai. O "Rei dos Blues" totalizou mais de 90 países onde atuou.
Ao longo dos anos tem sido agraciado com diversos Grammy Awards: melhor desempenho vocal masculino de Rhythm & Blues, em 1970, com "The Thrill is Gone", melhor gravação étnica ou tradicional, em 1981, com "There Must Be a Better World Somewhere", melhor gravação de Blues tradicionais, em 1983, com "Blues'N Jazz" e em 1985 com "My Guitar Sings the Blues". Em 1970, Indianopola Missisipi Seeds concede-lhe o "Grammy" de melhor capa de álbum. A Gibson Guitar Co. nomeou-o "Embaixador das guitarras Gibson no Mundo".
Uma das imagens de marca de King é chamar às sua guitarras o nome de "Lucille" - uma tradição que vem desde a década de 1950. No inverno de 1949, King se apresentou num salão de dança em Twist, no Arkansas. Com o intuito de aquecer o salão, acendeu-se um barril meio cheio de querosene no centro do salão, prática muito comum na época. Durante a apresentação, dois homens começaram a brigar e entornaram o barril que imediatamente espalhou chamas por todo o lado. Durante a evacuação, já fora do estabelecimento, King apercebeu-se de que tinha deixado a sua guitarra de 30 dólares no edifício em chamas. Voltou a entrar no incêndio para reaver a sua Gibson acústica, escapando por um triz. Duas pessoas morreram no fogo. No dia seguinte, soube que os dois homens tinham começado a briga devido a uma mulher chamada Lucille. A partir dessa altura, passou a designar as suas guitarras por esse nome, para "se lembrar de nunca mais fazer uma coisa daquelas."
  Quando foi perguntado a John Lennon sobre sua maior ambição, ele disse que era tocar guitarra como B.B. King. BB King era considerado o melhor guitarrista do mundo por Jimi Hendrix.


Infelizmente hj dia 15/05/2015 tomamos conhecimento  desta triste nota:

 Morre B.B. King, lenda do blues

A lenda do blues B.B. King morreu às 21h40m de quinta-feira (1h40m de sexta-feira no horário de Brasília) enquanto dormia, aos 89 anos. O músico americano estava sob cuidados médicos em sua casa em Las Vegas, depois de ter sido internado duas vezes no mês de abril. As internações foram motivadas por complicações da diabetes.

terça-feira, 12 de maio de 2015

ANDY GIBB

Andrew Roy Gibb (Manchester, 5 de março de 1958 — Oxford, 10 de Março de 1988) foi um cantor britânico. Era o irmão mais novo de Barry, Robin e Maurice Gibb, conhecidos como os Bee Gees.

Ao contrário do que se afirma, Andy nunca chegou a ser um integrante dos Bee Gees. Várias vezes seus irmãos o convidaram, mas Andy preferia carreira solo. Entretanto, sempre contou com o apoio constante dos irmãos, seja escrevendo ou produzindo. Além disso, os Bee Gees também gravaram backing vocals em várias músicas de Andy, e é justamente por esse motivo que as pessoas pensavam que Andy fazia parte dos Bee Gees. Mas, era apenas apoio que eles davam a Andy, o que fazia parecer que os Bee Gees eram quatro. Quem o ensinou a tocar violão foi o seu irmão Barry Gibb, no modo da afinação havaiana.

O primeiro single lançado por Andy Gibb, e escrito por ele, foi em 1975: "Words And Music". Não fazia parte de nenhum álbum e seu pequeno sucesso ficou restrito a Australia. O primeiro sucesso a nível mundial veio em 1977, chamado "I Just Want to Be Your Everything", do álbum "Flowing Rivers". Neste álbum, "Words And Music" foi incluída, porém não a versão original de 1975, mas sim, uma regravação de 1976. No ano seguinte, em 1978, mais três hits se destacaram do álbum "Shadow Dancing", como "Shadow Dancing", "An Everlasting Love" e "(Our Love) Don't Throw It All Away". Em 1980, Andy lançou seu último álbum, chamado "After Dark", que lançou os hits "Desire", "Warm Ride" e dois duetos com Olivia Newton-John: "I Can't Help It" e "Rest Your Love On Me". Andy conseguiu bastante êxito com todos os esses hits, apesar de ter lançado apenas três álbuns durante sua carreira e mais uma coletânea em 1980, chamada "Greatest Hits", que trouxe três músicas inéditas: "Time Is Time", "Me (Without You)" e a regravação de "Will You Still Love Me Tomorrow", esta última sendo composição de "Gerry Goffin" e "Carole King".
Alguns desses hits também foram gravados pelos Bee Gees como "(Our Love) Don't Throw It All Away" e "Rest Your Love On Me". A primeira em 1977, só sendo lançada em 1979 no álbum "Bee Gees Greatest" e a segunda como B-Side de "Too Much Heaven", em 1978. A versão demo de "Warm Ride", na voz dos Bee Gees, foi incluída na versão de 2007 do álbum "Bee Gees Greatest".
Andy Gibb participou em 1979 de um show emocionante na turnê do álbum "Spirits Having Flown", de seus irmãos, cantando "You Should Be Dancing". Essa foi uma das poucas vezes que se viu Andy se apresentando ao lado de seus irmãos. Também apareceu em dois episódios do seriado infantil Punky. Sua primeira aparição acontece em um episódio onde ele é apresentador de um concurso infantil, onde Punky participa. No segunda aparição, ele é Tony, instrutor de piano de Punky, executando a canção "I Can't Help It". Em 1984, fez uma turnê e se apresentou em São Paulo.
Em 1988 quando Andy estava inclinado a entrar na banda, ele veio a falecer devido a uma miocardite (uma inflamação no coração), com apenas 30 anos de idade.
Ironicamente, na música "Arrow Through The Heart" a letra fala sobre morte ("I'm too young to die" - Sou muito novo para morrer). Andy viajou a Inglaterra para cumprir o pedido da gravadora para mais canções, mudando-se para casa de Robin em Thame, Oxfordshire.
Começou a beber muito e sentiu-se doente. Em 7 de março de 1988, Andy foi ao hospital de John Radcliffe em Oxford, para fazer uns exames queixando-se de dores do estômago. Três dias mais tarde, na manhã do dia 10 de Março, Andy Gibb morreu com 30 anos de idade, devido a uma inflamação no miocárdio causado por uma infecção viral. Embora os anos de abuso do álcool e da cocaína não fossem a causa direta da sua morte, pioraram muito a sua saúde. Seu corpo foi levado a Los Angeles, Califórnia, para seu enterro no Forest Lawn - Hollywood Hills Cemetery.

 Os Bee Gees compuseram a música "Wish You Were Here" (Queria que você estivesse aqui) em homenagem ao irmão Andy. A música foi lançada em 1989 com sucesso absoluto no Brasil, ocupando a 2ª colocação entre os singles mais vendidos[carece de fontes]. Além dessa homenagem, em 1997, durante a turnê "One Night Only", os Bee Gees, fizeram uma montagem em vídeo na música "(Our Love) Don't Throw It All Away", onde eles executavam a primeira parte da música ao vivo, e a segunda era executada por Andy em um telão, mostrando trechos de sua carreira cantando essa música, e também imagens com seus irmãos.
 Na Austrália, conheceu a sua única mulher, Kim Reeder. Depois de deixar o país, mudando -se para Miami Beach, na Flórida, casaram -se em 1976. Dessa relação nasceu a sua única filha, chamada Peta Jaye, nascida a 25 de Janeiro de 1978, mas na altura do nascimento o casal já estava separado, divorciando -se no fim desse ano. Supostamente, Gibb conheceu sua filha uma única vez, em 1981. Hoje, Peta Jaye Reeder-Gibb é uma respeitada juíza de um desfile de cães em New South Wales, Austrália. Em 1981, Andy começou a namorar a atriz Victoria Principal, mas o namoro durou apenas alguns meses.

domingo, 3 de maio de 2015

BLOOD SWEAT & TEARS

Blood, Sweat & Tears foi uma banda norte-americana de rock and roll formada em Nova Iorque em 1967 por Al Kooper, Jim Fielder, Fred Lipsiues, Randy Brecker, Jerry Weiss, Dick Halligan, Steve Katz e Bobby Colomby.
A banda que fundiu o jazz com o rock ou pop em algo híbrido que veio a ficar conhecido como "jazz-rock". Eles estavam entre os primeiros do gênero, conhecido como "jazz fusion", ou simplesmente "fusion" (que tendendo para visões virtousísticas de experimentação eletrônica e uma música anormal), o som do Blood, Sweat & Tears era uma mistura de variados estilos do rock, pop e R&B/soul music como "big band" ou "jazz combo".

Kooper, Jim Fielder, Fred Lipsius, Randy Brecker, Jerry Weis, Dick Halligan, Steve Katz e Bobby Colomby fizeram parte da formação original da banda, que foi oportunamente nomeada por Kooper depois de ter visto o álbum de 1963 de Johnny Cash com o mesmo nome. Kooper era o líder da banda, tendo insistido nesta posição baseado em suas experiências com o "The Blues Project", sua banda anterior, que também contava com Steve Katz.
O grupo fez sua estréia no Cafe Au Go Go em Nova Iorque em 1967, abrindo para o "Moby Grape"; a banda era um sucesso de audiência, que gostava da inovadora fusão do jazz com o rock psicodélico e o pop. Após assinar contrato com a Columbia Records, o grupo lançou um dos álbuns mais aclamados pela crítica dos anos 60, Child Is Father to the Man. Sem nenhum single de orientação pop, as vendas do álbum foram lentas. Enquanto as vendas iam lentamente crescendo, conflitos de personalidade começaram na banda. Colomby e Katz queriam que Kooper assumisse os órgão exclusivamente e desse lugar a um vocalista. Com o álbum de estréia, lentamente adquirindo realizações, Kooper deixou o grupo para se transformar em um produtor da Columbia. Randy Brecker e Jerry Weiss também saíram, se juntando a "Horace Silver's Band", respectivamente.

Colomby e Katz começaram a recrutar vocalistas, considerando o estilo inconfundível de Stephen Stills e Laura Nyro antes de selecionarem David Clayton-Thomas, vocalista canadense. Reportadamente, a cantora folk Judy Collins viu-o cantar em um clube de Nova Iorque e ficou tão comovido com a performance do cantor canadense que contou sobre ele aos amigos Bobby Colomby e Steve Katz (sabendo que eles estavam procurando por um novo vocalista para estar a frente da banda). Com Collins, foram assistir ao cantor e ficaram impressionados com aquele que era Clayton-Thomas, que foi convidado para ser o vocalista principal do reconstruído Blood, Sweat & Tears. Chuck Winfield, Lew Soloff and Jerry Hyman juntaram-se banda logo depois fazendo com que a banda possuísse, naquele momento, um total de 9 membros.
Blood, Sweat & Tears, o homônimo e segundo álbum, foi produzido por James William Guercio e foi lançado em 1969. O álbum era muito mais orientado para o pop, fazendo decididamente com que as composições passassem a ser assim. Este álbum rapidamente foi para o topo das paradas e ganhou um Grammy de álbum do ano. Foram três singles de sucesso: um cover de Brenda Holloway's ("You've Made Me So Very Happy"), uma canção de Clayton-Thomas ("Spinning Wheel"), e uma versão de "And When I Die" de Laura Nyro.
Por conta da presença obstáculos e a falta de Kooper, o Blood, Sweat & Tears teve problemas segurando-se para com qualquer sorte na contra-cultura hippie durante o tempo que esta era muito importante. A banda saiu em turnê com ajuda do Departamento de Estado de Cultura dos Estados Unidos pelo leste europeu. Qualquer associação voluntária com o governo era extremamente não-popular naquele momento, e a banda foi ridicularizada por isto.
Depois de retornar ao EUA, o grupo lançou Blood, Sweat & Tears 3, tendo um sucesso popular, com o singles "Hi-De-Ho", um cover de Carole King, e "Lucretia Devil", outra composição de Clayton-Thomas, esta última teve uma má repercussão da crítica. Enquanto o álbum ia se tornando um fracasso, a banda se atentava a recriar o sucesso do disco anterior, dedicando-se quase que exclusivamente (novamente) a material cover, às vezes tendo resultados desastrosos, e vários jornalistas também sentiram a necessidade de massacrar a banda pela turnê armada pelo Departamento de Estado. Com todos os problemas, houve a decisão de tocar no Caesar's Palace em Las Vegas, um notório lugar numa cidade não "hippiezada". Em 1970, a banda providenciou a trilha sonora do filme de comédia The Owl and the Pussycat.

Seguindo todos os rumores, o grupo convidou o compositor de jazz Dan Heckman como seu produtor com Dave Bargeron no lugar de Jerry Hyman, gravando material que gostaria que fosse o Blood, Sweat & Tears 4. Pela primeira vez desde Child Is Father to the Man, quase todo o material foi escrito pelo grupo, e incluíram também um cover de "Holy John" de Al Kooper. O álbum ficou entre os TOP 10 e ganhou disco de ouro, marcando o fim dos tempos comerciais da banda.
Dificuldades de personalidade dividiu o grupo nas facções do jazz e do rock, com Clayton-Thomas no meio; ele escolheu sair do grupo para seguir carreira solo. Ele foi substituído por Bobby Doyle, então Jerry Fisher. Fred Lipsius também deixou a banda e foi substituído pela lenda do jazz Joe Henderson, antes de Lou Marini que ter sido selecionado para o grupo. Dick Halligan foi substituído por outra lenda do jazz, Larry Willis, enquanto o guitarrista sueco Georg Wadenius se juntou ao grupo como segundo guitarrista. Durante as mudanças, uma álbum coletânea foi lançado, que chegou ficou entre os TOP 20, ganhando disco de ouro. Este foi o último disco de ouro adquirido pela banda.
O novo grupo eventualmente lançou New Blood, que encontrou o grupo mais jazzístico do que em seus álbuns anteriores. O disco conseguiu estar entre os TOP 40 com o single "So Long Dixie", mas sofreu com vendas baixas. Steve Katz acabou com grupo seguindo o resultado do álbum. O próximos álbuns, No Sweat e Mirror Image, venderam pouco mais do que os anteriores.
Mudanças continuaram, culminando no retorno de David Clayton-Thomas e o lançamento do álbum New City marcando a volta da banda. O álbum alcançou um bom resultado com o cover de "Got To Get You Into My Life", dos Beatles. Mas, mesmo assim, o álbum não vendeu muito bem. Eles lançaram um último álbum pela Columbia Records, o fraco em vendas More Than Ever, antes de realmente acabarem. O último membro original do grupo, Bobby Colomby, que tinha saído em 1976, retornou quando a banda assinou contrato com a ABC Records, mas trabalhou apenas como produtor executivo. O álbum Brand New Day ficou completamente fora das listas. E seguiu-se uma desastrosa turnê pela Europa em 1978. Finalmente, o grupo de desfez.
Porém, David Clayton-Thomas decidiu remontar o grupo em 1980 com uma banda de músicos canadenses. Eles assinaram contrato com a Avenue Records, que é subsidiária da LAX, e com o lendário produtor Jerry Goldstein, e gravaram o álbum Nuclear Blues. Tirando o título, o álbum foi a última tentativa de remontar o grupo, mostrando um grupo que adotando o funk. O disco foi um completo fracasso comercial, e considerado por muitos fãs como o álbum que jamais deveria ter sido lançado. Seguiu-se uma rápida turnê e a banda voltou a dissipar-se.

Clayton-Thomas tentou recomeçar sua carreira solo depois do disco, desde ele não conseguir o direito do nome do Blood, Sweat & Tears, mas durante alguns meses na estrada, ele quis encontrar os promotores e conseguiu junto a Bobby Colomby o direito de usar o nome durante suas turnês. Por quase 20 anos depois, ele viaja desta maneira. Em 2004, Clayton-Thomas anunciou suas intenções de seguir sua carreira solo novamente, e assumiu que o grupo estava acabado.
Foi descoberto em 2005, porém, que Colomby tem dado a licenciado os direitos do grupo a Chuck Negron, o vocalista formador do Three Dog Night que está excursionado sob o nome Blood, Sweat & Tears Featuring Chuck Negron.
Todos os álbuns, exceto Brand New Day, estão disponíveis em CD. Os primeiros quatro álbuns foram relançados pela Sony Records em ediçoes re-masterizadas (com algumas faixas bônus), exceto o terceiro disco, que foi relançado pela Mobile Fidelity. Os álbuns posteriores pela Columbia foram relançados pela Wounded Bird Records e a Rhino Records re-lançou Nuclear Blues.