domingo, 28 de dezembro de 2014

FELIZ ANO NOVO

   


 Um super, ultra, hiper, Ano Novo para você. 

                         FELIZ 2015



 

sábado, 20 de dezembro de 2014

FELIZ NATAL



                                                    " BONS TEMPOS"


sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

BOBBY CURTOLA

Robert Allen "Bobby" Curtola, CM nascido em 17 de abril de 1943 em Port Arthur , Ontario  é um  cantor canadense de rock and roll que começou sua carreira muito jovem ( teen idol )


Curtola teve inúmeros sucessos nas paradas de música canadenses que começam com o  "Hand In Hand With You". Apoiado pelos Martels (em homenagem a gerente de Curtola, Maria Martell), Curtola passou a gravar sucessos como "Indian Giver",  "Hand in Hand with You" e um de seus  maiores sucessos," Fortune Teller ", em 1962, que também foi sucesso internacional.  Entre 1960 e 1968, ele teve contínuos singles e álbuns no rótulo Tartan no Canadá. Os gestores e compositores principais eram irmãos Dyer e Basil Hurdon. O  selo Del-Fi liberado alguns desses singles nos EUA.
Em 1966 ele ganhou um prêmio Gold Leaf RPM , para se tornar o primeiro canadense a ter um álbum de  ouro.  No início de 1970, Curtola organizou uma CTV série musical intitulado Shake, Rock and Roll e Curtola passou a uma carreira de cantor de sucesso em Las Vegas, Nevada locais de casino e ainda executa em vários clubes de hoje. Na década de 1980, em uma tentativa de atualizar a sua imagem, Curtola brevemente adotou o faturamento Boby Curtola e lançou um álbum com este nome antes de voltar para sua ortografia original.
Em 1998, em reconhecimento do seu tempo de serviço para a indústria da música canadense, bem como seu trabalho humanitário em todo o mundo, foi eleito a um membro da Ordem do Canadá .  Sua contribuição pioneira para o gênero foi reconhecido pelo Rockabilly Hall of Fame .
 
Além de seu trabalho musical, Curtola também é um empreendedor de negócio, marketing de uma marca de sucesso de César cocktail . Ele também é diretor executivo da Home Farms Technologies, uma empresa com sede no Canadá que está tentando desenvolver uma parceria com o ambiente de gestão de resíduos sistema de dejetos suínos. É uma empresa fase de desenvolvimento e não tem encontrado o financiamento da sua primeira fábrica ainda.
Em 2011, Curtola recebeu uma estrela na Calçada da Fama do italiano em Toronto, Canadá .

domingo, 7 de dezembro de 2014

BROOK BENTON

Brook Benton nasceu Benjamin Franklin Peay, em Camden, Carolina do Sul, em 1931.
Ele foi, provavelmente, mais lembrado por seu hit gravação da canção, "Rainy Night In Georgia ', que também se tornou um hit para outros artistas, incluindo Randy Crawford .

Seu pai era um pastor metodista,  Benjamin cantou em sua igreja ainda sendo uma criança.
Aos 17 anos de idade, ele foi para Nova Iorque para prosseguir a sua carreira musical.
Benjamin cantou com diversos grupos evangélicos, pitchin em em vários momentos com os grupos Os Langfordaires (cerca de 1948), The Stars Jerusalém (cerca de 1951), e O Harlemaires.









Ele voltou para Camden e se juntou ao grupo o Sandmen, a quem ele levou para Nova York, onde assinou com a marca Okeh.
No Okeh eles lançaram "When I Grow Too Old To Dream" b / w 'Somebody To Love', em 1955 (a canção Brook foi mais tarde para gravar como uma artista solo para a Mercury Records).
Okeh empurrou Brook em uma carreira solo, assim, ele passou por uma mudança de nome para simplesmente Brook Benton, por sugestão do executivo rótulo Marv Halsman.
Até agora, ele havia se tornado um compositor competente, ao lado de Nat King Cole, Clyde McPhatter e Roy Hamilton .
Embora ele começou a gravar a sério em 1953, seu primeiro sucesso veio em 1959, com a colaboração Clyde Otis e Belford Hendricks.

'It's Just A Matter Of Time' b / w 'Hurtin' Inside 'atingiu os EUA Top 3, o que levou para vários outros sucessos, 'So Many Ways' b/w 'I Want You Forever' (in 1959), 'Endlessly' (número 12 em 1959 e mais tarde foi registrada por Mavis Staples ), 'The Boll Weevil Song' (em 1961) e 'Hotel Happiness' (in 1962). Ambos os 1.959 acessos liberados foram escritos por Brook com Clyde Otis.
As canções foram originalmente oferecido a Nat King Cole, no entanto, quando Clyde Otis tornou-se um A & R funcionário Mercury, ele assinou Brook para a marca, sugerindo registro Brook as músicas sozinho.
Em 1960, um álbum de duetos com Dinah Washington foi lançado, intitulado "The Two Of Us ', que incluiu,' Baby (Você Got What It Takes) 'b / w' I Do ', um vendedor milhões, e' A Rockin 'Good Way (para mexer e se apaixonar)' b / w 'I Believe', ambos os quais chegou ao topo das paradas de R & B daquele ano.

Em 1963, Brook gravou dois singles com Damita Jo (um dos quais, "Yaba-Taba-Do 'permanece inédito).
Brook permaneceu assinou com a gravadora Mercury até 1964, lançando o álbum "Born To Sing The Blues ', antes de se mudar para a RCA Records, em seguida, Reprise Records em 1967.
Durante este período, ele gravou um single com o grupo britânico The Troggs, intitulado "Se você tem o tempo, nós temos a cerveja '.
Em 1969, ele assinou com Cotillion Records, uma subsidiária da Atlantic Records, onde ele lançou o álbum 'fazer sua própria coisa ".
Em 1970, ele teve seu último grande sucesso com 'Rainy Night in Georgia' b / w 'Where Do I Go From Here? ", Que foi tomada a partir de seu álbum' Brook Benton Today '.
A canção foi mais tarde um sucesso internacional para Randy Crawford .
Brook continuou a gravar durante várias marcas durante os anos 70, incluindo Brut (de propriedade da empresa depois de barbear), Stax e MGM.

domingo, 30 de novembro de 2014

domingo, 23 de novembro de 2014

BARROS DE ALENCAR

Cristóvão Barros de Alencar (Uiraúna, 5 de agosto de 1940) é um cantor, compositor, radialista e apresentador de televisão brasileiro.
Nascido no interior da Paraíba, começou em sua carreira como radialista, quando trabalhou em Campina Grande, na Rádio Borborema.

Na busca de novos horizontes, viajou pelas capitais brasileiras, dentre elas Recife, Fortaleza, Belo Horizonte e São Paulo.
Em 1960, na capital paulista, conseguiu um lugar ao sol, pois passou a fazer parte das rádios Tupi, Record e América, tocando principalmente os sucessos da Jovem Guarda.
Em 1966, lançou seu primeiro compacto simples pela gravadora Chantecler (C-33-6209) com as músicas Agora sim, versão de Adesso sì, de Sergio Endrigo e Não vá embora, versão de Tu me plais et je t'aime, de autoria J. L. Chauby e Bob Du Pac.
Em 1968, lançou o compacto simples com a música Não me peça um beijo, de autoria de Antonio e Mario Marcos.

Em 1971, lançou um compacto simples com as músicas Não posso mais viver sem ti e Ana Cristina, ambas de sua autoria.
Em 1972, fez sucesso com a balada Meu amor (Monia), de D. Finado, Jager e Vidalin, com versão de Sebastião Ferreira da Silva, incluída no LP "Os grandes sucessos da RCA Candem", que contou com a presença de nomes como Martinho da Vila, Nelson Gonçalves, Carmen Silva. No mesmo ano, outra gravação sua Não me peça um beijo (Porque vou chorar) foi incluída no LP "Os grandes sucessos volume 2" da mesma gravadora.
Em 1973, lançou LP pela RCA Victor, interpretando composições românticas como a clássica balada Quem é, de Osmar Navarro e Oldemar Magalhães. No mesmo ano, participou do LP "Os grandes sucessos - VOL. 3", da RCA Camden, interpretando a música Volte querida (Honey come back), de J. Webb e versão de Sebastião Ferreira da Silva.
Em 1974, participou de duas coletâneas, "Os grandes sucessos - VOL. 4", da RCA Camden, com a música Meu amor é mais jovem do que eu, e do LP Canções para dizer te amo, da RCA Victor, interpretando a balada Namorados, música que também foi incluída no LP "Parada nacional de sucesso" da Som Livre.
Em 1975, gravou em LP várias músicas, dentre elas Emanuela (Emmanuelle), de P. Bachelet e H. Roy, trilha de um famoso filme da época, com versão sua. Nesse ano, participou de quatro coletâneas de sucessos, Natal com Cristo - Ano novo com amor, da RCA Camden, Canções para dizer te amo - Vol. 2, Prometemos não chorar e Fantásticos da RCA.

Em 1976, participou da série "Fantásticos - VOL. 5", da RCA Victor e do LP "Saudade jovem nacional VOL. 2", da RCA Camden, com a música Olhos tristes.
Em 1977, no LP "Globo de ouro - VOL. 3", da Som Livre, foi incluída sua interpretação para a guarânia Quero beijar-te as mãos.
Em 1978, gravou vários sucessos pela RCA Victor.
Em 1979, lançou o LP Sentimental, no qual interpretou, entre outras, as músicas Amanhã o que será (Adios), de Juan Pardo. Nesse ano, no LP As campeãs da volta do sucesso, da gravadora Seta, incluiu a sua interpretação de Prometemos não chorar, de sua autoria.

Em 1980, apresentou na Rádio Tupi de São Paulo o programa "Só Sucessos". Também apresentou na TV Record o "Programa Barros de Alencar" de 1982 a 1986, no qual ficou famoso com o bordão: "Alô, mulheres, segurem-se nas cadeiras. Alô marmanjos, não façam besteiras!" e ganhou audiência com o concurso Michael Jackson onde elegeu a garota Lúcia Santos, a Maika Jeka como carinhosamente a chamava, melhor imitadora do cantor.
Ainda nos anos 1980, sua interpretação para A primeira carta foi incluída na coletânea "Astros do disco", da RCA Victor.
Apresentou nas madrugadas da CNT do Rio de Janeiro, o programa "CD na TV".
Grande nome do rádio brasileiro. Reside na cidade de São Paulo.
Segue afastado do rádio, pois vem se recuperando de uma delicada cirurgia na garganta.

domingo, 16 de novembro de 2014

WESS & DORI GHEZZI

Wess & Dori Ghezzi , foi uma dupla de cantores que fizeram muito sucesso na década de 70 em todo mundo.
Ele Wesley Johnson ou apenas Wess , cantor , arranjador e excelente baixista foi um Americano nascido em 13 de Agosto de 1945 em "Winston Salem" na "Carolina do Norte" nos Estados Unidos e criado quando criança onde também foi musicalmente treinado em "Nova Yorque" e que faleceu em 21 de Setembro de 2009 por problemas relacionados a asma.

Wess, era naturalizado Italiano mas ainda nos "Estados Unidos" era baixista e arranjador da banda " "Rocky Robets"e foi descoberto como cantor em 1966 por "Arbore" Boncompgni" um cantor e radialista e advogado italiano.
Em 1967 quando ocorreram desentendimentos na banda, ele fez uma versão já como cantor principal de "Whiter  Of Pale" de "Procol Harum".
Depois ele teve também uma carreira solo de certo sucesso.

Em 1972 , Wess escolheu "Dori Ghezzi"  uma cantora que em 1966, havia ganho um festival da canção,quando foi lhe oferecido um contrato em "Milão" pela gravadora "Durium" período em que se tornou conhecida e convidada a formar um Duo com Wess ,dupla que fez um enorme sucesso em todo mundo.
"Dori Ghezzi" , uma cantora Italiana nascida em "Lentade Sul Seveso" na Província de "Milão" "Itália" aos 30 de Março de 1946.
A dupla uniu seus nomes e se tornaram "Wess & Dori Ghezzi" que no festival de San Remo de 1973, alcançaram o 6° lugar com a canção "Tu Nella Mia Vita" que vendeu milhares de cópias pelo mundo. Além de outras participações no "San Remo" a dupla participou de outros festivais e alcançaram excelente classificação.
Para lamento dos fás , a dupla separou-se em 1980 e hoje "Dori Ghezzi" já não canta mais devido a um sério problema nas cordas vocais, atuando apenas como colaboradora para outros artistas.

domingo, 9 de novembro de 2014

HARRY BELAFONTE

Harold George Belafonte, Jr. (Nova Iorque, 1 de março de 1927) é um músico, cantor, ator, ativista político e pacifista norte-americano de ascendência jamaicana. Um dos mais bem sucedidos artistas de origem caribenha da história, foi apelidado de "Rei do Calypso" por popularizar o ritmo caribenho nos Estados Unidos nos anos 50. Durante sua carreira tem sido um radical ativista político, envolvido em lutas pelos direitos civis e diversas causas humanitárias.

Belafonte nasceu no Harlem, o bairro negro pobre da cidade de Nova Iorque e na infância viveu na Jamaica, país natal de sua mãe. De volta aos Estados Unidos, fez o colegial numa escola pública da cidade e serviu na marinha durante a Segunda Guerra Mundial. No fim dos anos 40, começou a ter aulas de arte dramática junto com Marlon Brando, Tony Curtis e Sidney Poitier, enquanto trabalhava junto ao teatro negro americano. Anos depois, receberia um Prêmio Tony por seu trabalho nos palcos da Broadway.
Belafonte iniciou sua carreira na música como cantor em night-clubs de Nova Iorque para pagar por suas aulas de ator. Seu repertório misturava o pop com o folk ianque, pelo qual se interessou ao voltar da guerra. Em 1952 conseguiu um contrato de gravação com a empresa RCA Victor e quatro anos depois seu álbum Calypso explodiu nas paradas ianques, sendo o primeiro LP a vender mais de um milhão de cópias no país. Foi este disco que apresentou o calypso ao público local e o consagrou como "Rei", apelido pelo qual ele tinha fortes reservas.
Durante os anos sessenta, além de ganhar dois prêmios Grammy e seis discos de ouro, introduziu diversos novos artistas ao público ianque, notadamente a cantora sul-africana Miriam Makeba com quem gravou diversas músicas anti-apartheid, e um de seus álbuns de sucesso, de 1962, traz a primeira gravação registrada de um jovem tocador de harmônica chamado Bob Dylan. Com a chegada dos Beatles aos Estados Unidos e a invasão do rock inglês nas paradas musicais, o sucesso de Belafonte começou a diminuir. Mesmo sem o mesmo status de astro dos primeiros anos, ele continuou a fazer grandes shows pelo país e pelo mundo até 2003, quando anunciou sua aposentaria dos palcos.

Harry Belafonte foi o primeiro afro-americano a receber um Prêmio Emmy, o "Oscar" da televisão, por seu show especial de televisão Tonight with Belafonte, em 1959. No cinema, seu primeiro sucesso foi em Carmen Jones, de Otto Preminger, ao lado de Dorothy Dandridge, a mais conhecida atriz negra de sua época. Apesar de estrelar diversos filmes, insatisfeito com os papéis que lhe vinham sendo oferecidos, resolveu se dedicar mais à carreira musical, abandonando o cinema no começo dos anos 70, ao qual só voltaria no meio dos anos 90 para trabalhar com John Travolta e Robert Altman.

Ativismo político

Belafonte sempre foi reconhecido como um dos grandes ativistas políticos dos Estados Unidos e dos mais radicais. Apesar de famoso nas artes, isto nunca lhe protegeu da discriminação racial, especialmente no sul do país, onde se recusou a se apresentar entre 1954 e 1961. Neste período, como muitos outros, foi colocado na Lista Negra pelo Macartismo, tendo dificuldades para trabalhar.
Harry Belafonte entre Sidney Poitier e Charlton Heston durante a manifestações pelos direitos civis para os negros em Washington D.C., EUA.
Grande seguidor do Movimento dos Direitos Civis e um dos confidentes de Martin Luther King, levantou milhares de dólares para libertar sob fiança centenas de manifestantes presos e foi um dos organizadores da famosa Marcha sobre Washington.
Em 1968, ele e sua amiga, a cantora Petula Clark, protagonizaram uma cena pioneira na tv ianque, num programa especial da cantora britânica na rede NBC. Durante a gravação, enquanto cantavam juntos e sorriam um para o outro, Petula, branca, segurou por instantes nos braços e ombros de Harry, levando o patrocinador, a marca de automóveis Plymouth, a querer retirar a cena da edição final, por medo da reação do público. Petula recusou-se ameaçando impedir a transmissão do programa todo, pois ele era de sua propriedade (The Petula Clark Show) e a questão, entre a gravação e a exibição provocou grande discussão na imprensa. Quando o show foi finalmente ao ar, sem cortes, provocando grandes índices de audiência, mostrava pela primeira vez na história duas pessoas de cores diferentes tendo contato físico carinhoso durante uma transmissão de televisão .
Em 1985 foi um dos organizadores do grupo de artistas que gravou a famosa música "We Are the World" que vendeu milhões de cópias em todo mundo e ganhou um Premio Grammy, e se apresentou ao vivo no super concerto Live Aid; em 1987 foi nomeado embaixador da boa vontade da Unicef. Nesta função, foi a Ruanda e África do Sul, levantando fundos de ajuda e denunciando a miséria, exploração e racismo existente em grande escala no continente africano.
Desde o começo da carreira ele tem sido um feroz crítico da política externa ianque e, a partir dos anos 80, começou a dar declarações polêmicas aos meios de comunicação, defendendo o fim do embargo econômico a Cuba, elogiando as iniciativas de paz da ex-União Soviética, condenando a invasão de Granada, honrando a memória do Casal Rosenberg e elogiando Fidel Castro.
Harry Belafonte chamou a atenção por seus comentários políticos contra o governo Bush e a Guerra do Iraque. Sendo um dos primeiros artistas a apoiar publicamente o jornalista e documentarista Michael Moore em sua cruzada cívica contra a eleição de George Bush e a invasão do Iraque, um de seus comentários mais ácidos foi feito durante uma entrevista a uma rádio de San Diego, quando acusou, usando palavras de um de seus mentores ideológicos, Malcom X, os então Secretários de Estado dos Estados Unidos, Colin Powell e Condoleeza Rice, de serem usados como serviçais úteis do governo branco e direitista de George Bush. Rice respondeu, através do programa da jornalista Amy Goodman, Democracy Now, "que não precisava que Harry Belafonte lhe ensinasse o que era ser negra nos Estados Unidos".

domingo, 2 de novembro de 2014

AS CHANCHADAS DO CINEMA NACIONAL


Chanchada, em arte, é o espetáculo ou filme em que predomina um humor ingênuo, burlesco, de caráter popular. As chanchadas foram comuns no Brasil entre as décadas de 1930 e 1960.
O Começo do Cinema no Brasil e o surgimento da Chanchada A produtora carioca, Atlântida Cinematográfica, descobriu nos filmes carnavalescos um grande negócio, capaz de fazer muito sucesso entre o público brasileiro. Sem dúvida, ela foi a grande responsável pelo sucesso das chanchadas e a pioneira em adotar os temas carnavalescos em forma de musicais.

Após o esgotamento da fórmula que fazia uso de temas carnavalescos, a Atlântida passou a adotar argumentos, enredos e situações mais complexas e heterogêneas. É neste período, entre as décadas de 50 e 60, que os filmes ganham maior empatia com o público e a Atlântida vivia seu auge. O Brasil da época tinha laços de dependência com a cultura norte-americana, o que gera atitudes colonizadas dos produtores, do público e da crítica. Desta forma, as chanchadas passam a basear-se na paródia do cinema dos Estados Unidos para atrair o público.
Apesar das produções serem feitas a partir da caricatura e trejeitos norte-americanos, eram adicionados temas do cotidiano nacional, como as anedotas tipicamente cariocas e o jeito malandro de falar e se comportar do brasileiro.
O resultado obtido eram produções genuinamente brasileiras, que foram capazes de lotar as salas de cinema por um longo período.
Com a liberação dos costumes, começaram a ser produzidas no início dos anos 70 as chamadas Pornochanchadas, inspiradas em comédias italianas e filmes eróticos europeus.
O termo chanchada surgiu, para designar os filmes brasileiros nos anos 30. Várias teses de críticos como Jean Claude Bernadet, Ana Cláudia Zacco, e Guilherme Heffner, ampliam essa fase, colocando o início em 1908 - com o surgimento do primeiro filme de ficção Nhô Anastácio Chegou de Viagem - em meados de 1960, com as últimas tentativas de chanchada. Já outros consideram o movimento 'chanchada', desde 1929, com o primeiro filme falado - a comédia Acabaram-se os Otários, de Luiz de Barros - em meados de 1960, devido a incursão do Cinema Novo, e a definitiva abolição das comédias ingênuas e carnavalescas. Há ainda terceiros que apenas incluem os filmes da Atlântida, a partir do primeiro conceito ideal de chanchada, o musical Carnaval no Fogo, 1949. E o seu término, com o último musical da empresa, Garotas e Samba, 1957.
Nunca, em nenhum momento da história do cinema brasileiro, houve um sucesso popular tão grande como na época das chanchadas. Os filmes eram lançados em muitas salas simultaneamente, e as filas, imensas, faziam com que fosse preciso se chegar duas horas antes do horário da sessão. Argüi-se que o produtor (Luiz Severiano Ribeiro) era, também, o dono do maior circuito de exibição no Brasil. Em parte, há razão, mas existiam estados nos quais, a exemplo da Bahia, Severiano não tinha rede de cinemas e o sucesso se dava da mesma forma. Um verdadeiro fenômeno de bilheteria como nunca mais se repetiu. Carlos Manga diz que atualmente não é mais possível se fazer chanchadas nos moldes daquela época, porque não há mais um certo otimismo e uma certa ingenuidade. O Brasil era outro.
Ainda que tenha produzido algumas obras exemplares, o advento do Cinema Novo fez com que o público brasileiro se afastasse das salas exibidoras, somente voltando a elas com as pornochanchadas durante a ditadura militar. Mas sem a afluência que se verificava no auge da chanchada.
A Atlântida, porém, se a grande produtora das chanchadas, não foi a única. Herbert Richers, que tinha empresa produtora, tentou, em fins dos anos 50, reviver a dupla inesquecível de Oscarito e Grande Otelo, com Ankito e este último, e revelou o baiano Zé Trindade, que fez um sucesso sem precedentes em inúmeras chanchadas.

domingo, 26 de outubro de 2014

RITA MOSS



Rita Moss é uma cantora de jazz e baladas nascida em Akron (Ohio), em 4 de julho , notável pela sua extensão vocal de 4 oitavas. Embora tivesse aulas de piano quando criança, foi autodidata e multi-instrumentista, tocando órgão, piano e bateria.
Ela chamou a atenção pela primeira vez, na estréia no Park Avenue Restaurant de Nova Iorque, onde a recepção que teve do público levou-a a permanecer lá por mais de 7 meses. Apresentações em London (Ontário), Ontário e Cleveland (Ohio) sucederam-se, incluindo atuações nos concertos do produtor, compositor e pianista de jazz Leonard Feather . Inicialmente apelidada de "Reta" Moss, seu primeiro single (disco compacto de vinil) foi lançado em 1950 pela gravadora Futurama , um selo fonográfico local dirigido pelo proprietário da gravadora Main Stem, Arthur Bangel . Bangel fundou a Futurama para gravar jazz, blues e rítmos, inclusive de artistas contemporâneos de bebop que tinham contratos com Leonard Feather no Carnegie Hall .
No início dos anos 50 Moss gravou alguns singles na gravadora Debonair, Decca Records e Mercury Records, incluindo um EP (Extended Play) com 4 músicas, em 1952, na Clef Records , (que teve seus catálogos absorvidos em 1956 pela Verve Records), com a orquestra de George Williams de Chicago. O seu primeiro LP, Introducing Rita Moss, seria lançado pela Epic Records somente em 1956. As seleções das músicas contidas no disco foram as padrões, cantadas por Lorenz Hart , Rodgers, Gershwin, Webster, Ellington; o lançamento foi notado porque uma das músicas era uma original de Moss. Um breve resumo na Billboard aponta o "extraordinário" alcance de sua voz e seu "estilo esquisito e jovial".
De 1957 a 1966 Moss parece ter focado sua carreira em turnês e apresentações em clubes noturnos. Singles esporádicos pipocaram em selos desconhecidas e um EP com 4 canções apareceu em seu selo fonográfico particular, Rozell, com sede em Los Angeles, incluindo pelo menos uma música de sua autoria, Bobby´s Blues, com direitos autorais sob o nome de Rita Roszelle . Este período mostra Moss trabalhando duro e aperfeiçoando-se com ginásticas vocais exóticas ao estilo da cantora lírica peruana Yma Sumac. O single The Gothic crédita o arranjo a Jack Montrose, uma peça chave do jazz da Costa Oeste. Na virada dos anos 60 Moss toca nos locais de show da área de Los Angeles, incluindo o Exotica Club de Hollywwod e Tahitian Village. 
Em 1966 ela se apresenta num clube popular de San Diego onde o seu 2° LP, com gravações ao vivo, Rita Moss Reigns at Islandia, foi lançado pelo selo da casa Islandia e gerou uma aclamação local considerável pelo seu alcance vocal no estilo Yma Sumac e com vocais que imitavam os instrumentos musicais do jazz. Tocadas nas rádios e com cobertura de estações de rádio e estações de TVs, tais como KOGO, KFMX e KFMB (na época, onde Regis Philbin tinha seu famoso programa de entrevistas) atraiu a atenção da Dot Records  que lançaria 3 LPs.

Talk to me, Tiger!, o primeiro LP pela Dot Records, reunia várias músicas que tinham sidas gravadas ao vivo no LP Islandia e algumas baladas; o próximo LP, Superb, teve os arranjos e a condução de Marty Paich. Em 1968, o 3° e último LP produzido pela Dot continha uma música que seria a mais conhecida e duradoura de sua carreira: Just a Dream Ago, apesar do LP ter incluso uma valiosa capa Sleep Safe and Warm, tema do filme Rosemary's Baby.

Apesar de ser uma cantora cativante em suas apresentações em clubes noturnos, em vez de ser uma artista preocupada em divulgar suas gravações, a "Rainha Moss" para os seus fãs, não teve o seu impressionante talento vocal e ambidestria em um ambiente ao vivo, traduzido em recorde de vendas de discos e nem tornou-se famosa .
Nos anos 90 Moss gravou um LP de jazz espiritual lançado por um selo fonográfico privado chamado Retep em San Diego (Califórnia). As composições eram na maioria de sua autoria, com as letras em parceria com o Dr. Russell Paul Schofield, diretor-fundador do Actualism for Lightworkers14 , um regime de treinamento espiritual15 , Moss continuou a se apresentar ao vivo em San Diego e Los Angeles, do ano 2000 em diante .

domingo, 19 de outubro de 2014

HAROLD MELVIN & THE BLUE NOTES

Harold Melvin & The Blue Notes foi um grupo de cantores dos Estados Unidos, um dos mais populares da Filadélfia na década de 1970. Seu repertório incluía soul, R&B, doo-wop e disco.  O grupo anteriormente conhecido como o de Carlos Magno assumiu o nome de “The Blue Notes”, em 1954,  composta pelo  vocalista Harold Melvin (nascido em 25 de junho de 1939,  na Filadélfia) , Bernard Williams, Roosevelt Brodie, Gillis Jesse Jr., e Franklin Peaker. O grupo gravou um número de selos sem sucesso desde o seu início na década de 1960.

A década de 1960 o single “My Hero” foi um hit para Registros Val-ue, e 1965’s “Get Out (and Let Me Cry)” era um R & B hit para Registros Landa. Durante este período, a formação do grupo mudou muitas vezes, com Bernard Williams, deixando o ato de criar um grupo chamado “The Original Blue Notes”, e Harold Melvin trazendo novos vocalista como John Atkins.
Em 1970, o grupo recrutou o Teddy Pendergrass como o baterista da banda de apoio. Pendergrass tinha sido um ex-membro do The Cadillacs, e foi promovido a vocalista quando John Atkins saiu do grupo no mesmo ano.
Esta nova formação do grupo, incluindo Melvin, Pendergrass, Wilson Bernardo, Lawrence Brown, e Lloyd Parks, foi assinada a Kenneth Gamble e Leon Huff  selo  Internacional da Filadélfia, em 1972, e viriam a ter  vários sucessos de R& B ao longo dos próximos quatro anos. Entre os Blue Notes ‘mais importantes e gravações de sucesso são canções de amor como “If You Don’t Know Me By Now” (1972, a sua fuga, individual), “I Miss You” (1972), “The Love I Lost” (1973), e “Don’t Leave Me This Way” (1975), e socialmente consciente canções como “Wake Up Everybody” e “Bad Luck” (ambos de 1975). “Bad Luck” detém o recorde de mais longa duração hit número um na parada / o Hot Dance Club Play: onze semanas. A capa 1976 de “Don’t Leave Me This Way” pelo artista da Motown Thelma Houston foi um hit número um na música pop dos EUA  tanto ela como os originais do Blue Notes “são considerados gravações da era disco.

Apesar do sucesso, a formação da Blue Notes “, continuou a trocar regularmente. Em  1976 Pendergrass passou a uma bem-sucedida carreira solo, interrompida por um acidente de carro quase fatal  de 1982, embora ele tenha feito um breve retorno no histórico Concerto Live Aid, em 1985.
Harold Melvin continuou a turnê com várias formações de Blue Notes, até sofrer um derrame em 1996. Melvin faleceu em 24 março de 1997 na idade de cinquenta e sete anos e Brown morreu em 06 de abril de 2008 na idade de sessenta e três anos de uma doença respiratória.

Vários membros das várias formações do Blue Notes continuaram a turnê como “Harold Melvin & the  Blue Notes”.
A viúva de Harold atualmente gerencia Harold Melvin & the Blues notes com vocalista, Donnell “Big Daddy” Gillespie, Brooks Anthony, John Morris Rufus Thorne, e Paige Sharon.
Para seu álbum " Esta Nota é para você" , o cantor Neil Young nomeou seu back-up da banda, The Blue Notes, sem a permissão do detentor dos direitos de nome Harold Melvin. Melvin tomou medidas legais contra o jovem sobre o uso do nome Blue Notes, forçando o cantor a mudar o nome da banda de apoio de "Ten Men Workin '", durante o balanço da turnê que promoveu o álbum " a presente nota é para você ".
Harold Melvin & the Blue Notes são, indiscutivelmente, o grupo de soul mais  conhecido da Filadélfia , muitos de seus hits foram re-gravadas por outros artistas, incluindo Simply Red, David Ruffin, Jimmy Somerville e Sybil, enquanto na dance music DJ Danny Rampling cita “Wake Up Everybody” como sua música favorita de todos os tempos. Hoje, Saunders Gil continua a atuar como um artista solo, e ainda realiza todos os hits do passado, assim como seu próprio material.

domingo, 12 de outubro de 2014

WOODSTOCK 3 DIAS DE PAZ E MÚSICA

Documentário sobre os três dias do Festival de Woodstock, em agosto de 1969, que reuniu meio milhão de pessoas. Marco histórico do rock como fenômeno musical e social e momento de celebração da juventude da década de 1960, o evento contou com apresentações antológicas de Jimmy Hendrix, The Woo, Janis Joplin, Santana, Joe Cocker, entre outros.

Este filme é um pedaço da história musical, o grito da juventude que queria transformar o mundo. O documentário sobre os famosos 3 dias do festival de rock de 1969 em Nova York um registro valioso de 1960 e da cultura hippie. Este é sem dúvida o melhor filme que apresenta o espírito dos anos 60. Entre atos musicais, a câmera mostra a multidão, entrevista pessoas, ou apenas mostra o convívio dos jovens no local do espetáculo, ficando isso uma das coisas mais interessante e divertidas do filme.
As várias apresentações musicais são memoráveis: a abertura de Richie Havens um concerto impressionante - pura magia. Jimi Hendrix chega viaja na sua música com seu número musical no final. Sua interpretação frenética do "Star Spangled Banner" é incrível. Country Joe e Joe Cocker também são memoráveis. A maioria das outras performances musicais são feitas com paixão, o filme capta o espírito da época. Foi realizado com a profundidade espetacular - apropriado para o evento histórico!!!
DIRETOR:     Michael Wadleigh

TRILHA:     Jimi Hendrix, Joe Cocker, Joan Baez, Janis Joplin, Richie HavensCrosby, Stills, Nash & Young, Carlos Santana, Johnny Winter, Pete Townshend, outros