domingo, 28 de abril de 2013

THE ARCHIES

O grupo fictício: The Archies tocavam uma variedade de musica pop, consisente com a época do desenho animado. Mas eles tinham uma preferência pelo rock’n roll. Betty Cooper e Veronica Lodge se juntaram ao grupo depois. Todos os membros cantavam os vocais com exeção de Jughead, em algumas músicas.

O grupo real: Músicos de estúdio foram contratados por Don Kirshner em 1968 para tocar várias músicas. A mais famosa delas, “Sugar, Sugar”, foi escrita por Jeff Barry e Andy Kim, e chegou ao topo das paradas pops em 1969, dando ao grupo um disco de ouro (na verdade, no Top 100 da revista Billboard, ela foi a nº1, sendo a única música de uma banda ficcional a entrar neste ranking). Outras músicas de sucesso gravadas pelos Archies são “Who’s Your Baby?,” “Bang-Shang-A-Lang,” e “Jingle Jangle.” Os vocais masculinos dos Archies ficticios são de Ron Dante, o líder da banda Cugg Links. Já os duetos femininos são feitos por Toni Wine. Wine foi substituida em 1970 por Donna Marie, que foi depois substituida nas gravações finais por Merle Miller.


A única música que não foi cantada por Ron Dante foi a “Love Is Living In You,”, cantada em 1971 por Richie Adams. O último single foi lançado em 1972, e era chamado “Strangers in the Morning;” no lado B, estava a “Plum Crazy.” Jeff Barry, Andy Kim, Susan Morse, Joey Levine, Maeretha Stewart, Ellie Greenwich, Bobby Bloom e Leslie Miller contribuiram para os backing vocals em várias vezes, com a contribuição de Barry para a voz de baixo (dublando Jughead no desenho). Os músicos dos Archies eram o guitarrista Hugh McCracken, os baixistas Chuck Rainey e Joey Macho, o tecladista Ron Frangipane e os bateristas Buddy Saltzman e Gary Chester. A maioria da músicas foram produzidas e escritas por Jeff Barry, porém algumas também foram escritas por Jackie Mills.


quarta-feira, 24 de abril de 2013

DIANA ROSS

Diane Ernestine Ross, nasceu dia em 26 de março de 1944 em Detroit , Michigan. Filha do operário “Fred Ross” e da professora “Ernestine Earle Ross”, Diana é a segunda dentre seis irmãos, três mulheres e três homens.
Formou junto com “Mary Wilson”, “Florence Ballard” e “Barbara Martin” um grupo chamado “The Primettes”, em 1959. Depois de assinarem com a gravadora “Motown” em 1961, o nome do grupo foi mudado para “The Supremes”, em 1963. Posteriormente, em 1967, tornaram-se “Diana Ross and the Supremes”. Durante este período, atingiram por 12 vezes o primeiro lugar nas paradas de sucesso norte-americanas.


Em janeiro de 1970 “Diana Ross” deixou o grupo e partiu para carreira solo, fez sucesso especial com a canção “Ain't No Mountain High Enough”. Estrelou também um filme sobre a vida de “Billie Holliday” chamado “Lady Sings the Blues”, onde recebeu o prêmio pela trilha sonora. Em 1973, gravou um álbum com “Marvin Gaye” intitulado “Diana and Marvin”, com o destaque para “My Mistake”. Em 1975 novamente participou em um filme, “Mahogany”, e seu tema musical “Do You Know Where You're Going To” chegou ao primeiro lugar.
De 1976 a 1980, gravou também sucessos como “Love Hangover”, “What You Gave Me”, “The Boss” e “It's My House”, de “Ashford & Simpson”; e “Upside Down”, “I'm Coming Out” e “My Old Piano” da dupla “Nile Rodgers e Bernard Edwards”.
Em 1981, fez um dueto romântico com “Lionel Richie” em “Endless Love”, último sucesso que ela obteve pela gravadora “Motown”. Posteriormente assinou com as gravadoras “Capitol” e “RCA” e depois da queda na vendagem de seus discos, no início dos dos anos 90, retornou à “Motown”.
Diana teve duas filhas com o divulgador musical “Robert Ellis Silberstein”, dois filhos com o executivo norueguês “Arne Naess Jr”, morto em 2000 e uma filha com o fundador da “Motown”, “Berry Gordy”. Em 2003, esteve internada numa clínica para dependentes de álcool e drogas. No início 2004, foi presa ao ser flagrada dirigindo na contramão em estado de embriaguez.

Diana Ross foi considerada pela revista americana “Billboard” e pelo livro “Guinness” como a principal artista feminina do século emplacando 18 “singles” em primeiro lugar; doze com “The Supremes” e seis em carreira solo. As vendas de seus álbuns já ultrapassaram a marca de 100 milhões de cópias.

domingo, 21 de abril de 2013

THE TOKENS

The Tokens é uma banda norte-americana de doo-wop, composta exclusivamente por homens. A banda é originária do Brooklyn. Eles são mundialmente conhecidos pelo single de 1961 "The Lion Sleeps Tonight".
A banda foi formada em 1955 na escola pública Abraham Lincoln nos Estados Unidos e chamada inicialmente de The Linc-Tones. Originalmente, os membros era Neil Sedaka, Hank Medress, Eddie Rabkin e Cynthia Zolotin, até que Rabkin foi substituído por Jay Siegel em 1956, época em que a banda gravou seu primeiro single, "While I Dream".

Em 1957, Sedaka e Zolotin saíram da banda, permanecendo Siegel e Medress, que adicionariam mais dois membros à banda e gravariam o single "Picture in My Wallet". A banda se estabilizou com estes integrantes e passou a ser conhecida como The Tokens, em 1960. Posteriormente foram integrados à banda “13-year-old multi-instrumentalist” e o primeiro tenor Mitch Margo e seu irmão barítono Phil Margo, e também o guitarrista Joe Venneri.
No início de 1961, The Tokens lançou um single para a empresa fonográfica Warwick Records intitulado "Tonight I Fell In Love", que alcançou a 15ª posição no Billboard Hot 100 dando à banda a oportunidade de participar do programa de televisão americano Coreto.

A popularidade que a banda obteve como resultado desse desempenho trouxe novas oportunidade de gravações, culminando com a gravação de um cover da canção "The Lion Sleeps Tonight" do cantor sul-africano Solomon Linda, pela RCA Victor. Esta gravação atingiu a 1ª posição da Billboard Hot 100, onde permaneceu por três semanas. A mesma faixa alcançou a 11ª posição na UK Singles Chart.
Ambas as músicas "Tonight I Fell in Love" e "The Lion Sleeps Tonight" venderam mais de um milhão de cópias e foram premiadas com dois discos de ouro.


quarta-feira, 17 de abril de 2013

BETTY BOOP

Betty Boop é uma personagem de desenho animado que apareceu nas séries de filmes Talkartoon e Betty Boop, produzidas por Max Fleischer e distribuídas pela Paramount Pictures. Hoje, Betty é considerada uma das personagens dos desenhos animados mais conhecidos do mundo e considerada a rainha dos desenhos animados da década de 1930.

Betty tinha um jeito de garota independente e provocadora, sempre com as pernas de fora, exibindo uma cinta-liga. Foi em 1930 que a personagem imigrante judaica começou sua "carreira", em Dizzy Dishes, espelhando-se nas divas desta década, ao som de muito jazz (Big Bands). Mas Betty Boop ficou famosa mesmo quando interpretou "Boop-Oop-a Doop-Girl", de Helen Kane, e, enfim, entrou para a história, participando de mais de 100 animações.
Entretanto, em 1935, o novo Código de Produção impôs uma censura à personagem. Em nome da moralidade, Betty não poderia mais exibir seus decotes nem suas roupas insinuantes. Acredita-se que o comportamento progressivo da personagem era algo para o qual a população dos Estados Unidos da época não estava preparada. Afinal, eram tempos de Disney e seus característicos personagens infantis. Foi também censurado o episódio de 1934 Ha! Ha! Ha! onde ela, ao tentar cuidar da cárie do palhaço de tinta, comete um erro com um reservatório gás do riso (óxido nitroso), deixando escapar uma grande quantidade do gás que se espalha pela cidade, fazendo rir uma multidão de pessoas e objetos e ferindo o forte puritanismo anti-drogas da época.
 Devido a censura de 1935, os irmãos Fleischer modificaram a imagem de Betty, vestindo-a até o pescoço. Contudo, mantiveram em evidência o contorno de seus seios sobressaindo das malhas colantes, o que a deixou mais sensual. Em 1939, Betty Boop foi proibida de aparecer nos cinemas pelo Comitê Moralizador após anos de perseguição. Mas só reapareceu em 1984 nas tiras junto com Gato Félix.
Com a sua enorme sensualidade, em seus shows nos pubs nova-iorquinos, não havia mulher que não invejasse seu sex appeal, ou homens que não a cortejassem ao fim da noite. Betty Boop era assim, jeitinho ingênuo e atitudes de uma loba. Betty foi um grande sucesso nas platéias de teatro, e apesar de ter decaído durante a década de 1930, ela continua popular e politicamente correta atualmente pelo ar de sensualidade.

sábado, 13 de abril de 2013

THE MARCELS

The Marcels foi uma banda de doo-wop conhecida por transformar clássicas canções pop americanas em rock and roll. O grupo foi formado em 1959 em Pittsburgh, Pennsylvania, por Cornelius Harp, Fred Johnson, Gene Bricker, Ron Mundy e Richard Knauss.  O grupo foi nomeado por Fred Johnson' irmã mais nova Priscilla , após um estilo de cabelo popular do dia (a onda de Marcell). Obtiveram grande êxito em 1961 com sua versão elétrica da balada romântica "Blue Moon". A gravação vendeu mais de um milhão de cópias, sendo premiada com um disco de ouro.
Em 1961 muitos foram ouvir uma versão nova da balada, " Blue Moon" isso começou com o cantor baixo que diz, " bomp-babá-bomp" e " dip-da-dip." O registro vendeu milhão cópias e é caracterizado no Rock and Roll que. Em agosto 1961, devido aos problemas encontrados no sul profundo ao excursionar por causa do grupo que é bi-racial, os membros, o Knauss e o Bricker brancos sairam e foram substituídos por Allen Johnson (irmão de Fred) e por Walt Maddox.

Mundy saiu logo após, deixando ao grupo um quarteto. Em 1962, a Cornelius e Allen Johnson deixaram o grupo, e foram substituídos por Richard Harris e por William Herndon. Houve uma breve reunião dos membros originais em 1973. O grupo fêz diversas gravações em 1975 com parte na ligação anterior. O Bricker do membro original morreu em 1983. Allen Johnson morreu em 1995. Pelo começo dos 90 o grupo incluiu Johnson, Maddox, Harris, Jules Hopson, e Richard Merritt.




A separação do grupo em torno de 1995. Fred Johnson formou seu próprio grupo com membros novos, quando outros quatro membros recrutaram o baixista novo Ted Smith. Maddox ganhou um processo legal contra James Svetnic, gerente de Johnson, para a infracção de marca registrada em 1996. Johnson reuniu com a harpa, Mundy, e Knauss em 1999 para o PBS Doo especial Wop 50 com um quinto membro. Marcels foram introduzidos no corredor da fama vocal do grupo em 2002.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

JIM DAS SELVAS (Seriado)


De 1955 a 1956, a Screen Gems passou a produzir uma série de TV de Jim das Selvas, num total de 26 episódios, mantendo Johnny Weissmuller como estrela principal. A série televisiva era muito inferior aos filmes, pois a produção era bem mais barata e os episódios preservavam uma tendência menos fantásticas que  a dos filmes. A série de televisão foram dirigidos por Earle Bellamy e Don MacDougall.
A série de televisão inicia sua história em 1954, quando os filmes de Jim da Selvas passa para as mãos da subsidiária da Columbia, a Screem Gems, por deteminação do produtor Harold Greene que achou uma boa oportunidade de trazer o filme para a televisão, exatamente o Sam Katzman havia feito do teatro um filme, e também porque o produtor achava que essa era a melhor forma de baixar o custo de produção.


Quando Johnny Weissmuller completou o seu último filme para a Columbia, ele passou automaticamente a fazer a série de televisão para a Screen Gems, num acordo feito entre Sam Katzman´s Clover Productions e a William Morris Agency, reafirmada em janeiro de 1955. Donald Mcdougall dirigiu a maioria dos episódios, mas os primeiros quatro foram dirigidos por Earl Bellamy.

Para a série foi contratado também Norman Fredric para interpretar o amigo confidente, o hindu Kasseen. Norman mudou depois seu nome para Dean Frederic e trabalhou em outra séries como Steve Canyon, entre outros.  Martin Huston para interpretar o filho de Jim e a volta de Tamba, o chipanzé, que era interpretado por alguns chipanzés da Neal of the World Jungle Compound. O ator Paul Cavanagh também fez algumas participações como Comissário Morrison. Esta foi o primeiro aparecimento dele junto com Weissmuller, desde Tarzan and His Mate.

Ao contrário da maioria dos filmes de Jim das Selvas, a série de televisão usou bastante atores negros para retratar os africanos, embora Jim visitasse também outros continentes, principalmente a selva asiática. Cada episódio da série tinha aproximadamente 25 minutos e quase sempre Jim aparecia envolvido em algum mistério ou ajudando algum nativo contra os homens brancos, assim como era freqüente os temas envolvendo Jim ensinando uma lição ao seu filho. Para viajar Jim tinha um avião chamado "The Sitting Duck" (O pato sentando).

Quando a série de televisão terminou, infelizmente também acabava a carreira de Johnny Weissmuller. A pouco tempo atrás a Nostalgia Channel ressuscitou algumas destas séries e ocasionalmente são mostrados alguns episódios disponíveis para os entusiastas através de companhia de vídeos. Ao contrário de muitas outras séries de televisão, Jim das Selvas foi registrado e a Columbia continua tendo sua autorização de direitos até 2006, pelo menos. No Brasil esta série foi apresentado por volta de 1961.

Johnny Weissmuller (nome verdadeiro János WeiBmüller), em 2 de junho de 1904, em Banat, na Romênia, veio juntamente com sua família para os Estados Unidos em 1911, quando Johnny tinha 7 anos. Teve uma carreira excepcional como desportista, conquistando cinco medalhas de ouro nos Jogos Olímpicos de 1924 e 1928, estabelecendo 67 recordes mundiais de natação e ganhando 52 campeonatos nacionais.
Em 1931 entrou para o cinema e imortalizou-se pela sua interpretação de Tarzan. Depois fez Jim das Selvas, no cinema e para a televisão. Morreu em 20 de janeiro de 1984, em Acapulco, México, vítima de um edema pulmonar, ao lado de sua sexta mulher. 

domingo, 7 de abril de 2013

CAROLE KING


Carole King, pseudônimo de Carole Klein (9 de Fevereiro de 1942, Brooklyn, Nova Iorque) é uma cantora e compositora dos Estados Unidos da América. Seu disco, Tapestry, de 1971, ficou por quinze semanas no 1º lugar da parada dos EUA. Ganhou quatro prêmios Grammy, sendo eles: Álbum do Ano; Melhor Performance Vocal Pop; Gravação do Ano (It's Too Late); e, Canção do Ano (You've Got a Friend).

A Carole King deve-se, em parte, a instituição e a criação de raízes no estilo hoje definido como singer/songwriter, então baseado em escolhas de melodias simples e levemente adornadas de pop/rock.
Nascida a 9 de Fevereiro de 1942 com o nome de Carole Klein, Carole King iniciou a sua aprendizagem na música ainda criança. Apenas com quatro anos já aprendia piano, e, alguns anos mais tarde, já adolescente, formou o seu primeiro grupo. Contudo, foi já na faculdade que Carole conheceu alguns dos nomes que mais influenciaram a sua música, como Paul Simon, Neil Sedaka ou Gerry Goffin, com quem acabou por casar. A parceria com Goffin foi, contudo, bem mais além do matrimónio, já que a dupla começou a escrever em conjunto uma série de canções que acabaram por conquistar lugares de destaque nos tops. Entre estas, destacam-se "Will You Love Me Tomorrow" cantada pelas The Shirelles, ou "The Locomotion", levada a palco por Little Eva. É dessa época a composição, também em parceria com o marido, "Chains". Esta é famosa também por ter sido das poucas composições de outros autores gravadas pelos Beatles. Isso aconteceu no primeiro álbum inglês da banda, Please Please Me.
Ainda assim, e apesar dos êxitos como compositora, a carreira de King a solo teimava em não singrar. No meio dos anos 60 decidiu fundar a Tomorrow Records, uma vez mais ao lado do marido e do crítico Al Aronowitz. O casamento com Goffin terminou pouco depois, antes de um novo matrimónio, então com Charles Larkey, baixista dos Myddle Class, que integravam o catálogo da Tomorrow.
Em 1968, juntamente com Danny Kortchmar, funda os The City, que lançaram um único álbum, Now That's Everything Been Said, mas que acabou por ser um verdadeiro fracasso de vendas dada a recusa de King em actuar ao vivo, por ter medo de entrar em palco. Contudo, e a partir desse ano, King investiu definitivamente na sustentação e lançamento da sua carreira a solo, e lança "Writer" em 1970. Apesar dos resultados não terem sido os esperados, o ímpeto ficou para a edição de um novo conjunto de originais. Tapestry, editado em 1971, mostrou-se como o grande triunfo de Carole King. O disco acabou por ficar nos tops durante mais de seis anos e conseguiu bater sucessivos recordes de vendas. Ainda em 71, King lança Music, um digno sucessor do disco vencedor, e que trouxe consigo um novo single número 1 - "Sweet Seasons". Os êxitos prolongaram-se depois em álbuns como Rhymes and Reasons de 1972 e Wrap Around Joy de 1974.

Um ano mais tarde, e ao lado de James Taylor, David Crosby e Graham Nash, a dupla King/Goffin voltou a entrar em acção para a elaboração do álbum Thoroughbred. Mais tarde, o lançamento de "Simple Things" proporcionou a partida para a primeira digressão em pleno, ao lado dos Navarro. Ainda nesse mesmo ano, King casou-se novamente, então com Rick Evers, que acabou por falecer um ano mais tarde devido a uma overdose de heroína.
O início da década de 80 ficou marcado pelo abandono de King de grande parte da sua actividade no mundo do espectáculo, preferindo desde então viver numa pequena localidade no estado do Idaho, onde iniciou uma colaboração frutuosa com movimentos ambientalistas. "Speeding Time" de 1983 marcou o início do hiato de mais de seis anos, até à edição de City Streets de 1989, álbum que contou com a participação de Eric Clapton.
Colour Of Your Dreams de 1993 incluiu até a participação de Slash dos Guns n' Roses, antes de em 1994 Carole King aparecer pela primeira vez no musical Bloodbrothers da Broadway. Em 1996 foi a vez de lançar o álbum Time Gone By, antes de Goin' Back de 1997 e Breaking Up Is Hard To e Love Makes the World, igualmente em 2001.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

DIONNE WARWICK


Marie Dionne Warwick (East Orange, Nova Jérsei, 12 de Dezembro de 1940) é uma cantora norte-americana. É prima de primeiro grau de Whitney Houston, irmã de Dee Dee Warwick e sobrinha de Cissy Houston. Ganhou fama como a intérprete preferida dos compositores Burt Bacharach e Hal David. Ambos a presentearam com uma série de sucessos. Com 48 anos de carreira, estima-se que tenha vendido mais de 66 milhões de cópias de seus discos.


Cresceu ouvindo e cantando gospel, estilo que incorporaria de maneira vibrante em seu modo de cantar. Em 1963, emplacou o clássico soul "Don't Make Me Over", chamando a atenção de David e Bacharach, que estavam procurando a voz ideal para suas sentimentais baladas. Com ela, rapidamente várias músicas que a dupla escreveu se tornaram sucesso com a sua voz, como "Walk On By", "Do You Know The Way To San Jose?", "Alfie" e "I'll Never Fall In Love Again". Entretanto, outras da autoria de David/ Bacharach ficaram consagradas nas vozes de outros artistas, porém, gravadas primeiramente por Dionne durante os anos 60, como "(They Long To Be) Close To You", "Raindrops Keep Fallin' on My Head", "What The World Needs Now", "The Look Of Love", entre outras, além de "I Say A Little Prayer", que apesar de ter feito sucesso na voz de Aretha Franklin, é uma música consagrada por Dionne, e uma das mais requisitadas pelos seus fãs.

Após toda a fama obtida durante os anos 60, o trio se desfez no início dos anos 70 e a carreira de Dionne deu uma pausa,não conseguindo obter êxitos mesmo lançando discos, com exceção do hit "Then Came You". Somente no final da década, precisamente em 1979, que ela voltou com força total lançando o álbum Dionne, produzido por Barry Manilow. Este não trouxe apenas músicas notáveis, mas sim, um dos maiores hits de toda a sua carreira: "I"ll Never Love This Way Again". Outras canções que também tiveram certa popularidade foram "Deja Vu" e, em especial no Brasil, "Feeling Old Feelings".

Todo esse sucesso de 1979 permaneceu logo no primeiro ano da década de 80, graças ao novo hit "No Night So Long", do álbum de mesmo nome. Em 1982, Barry Gibb dos Bee Gees, que já declarou ser grande fã da cantora, decidiu produzir um álbum para Dionne chamado Heartbreaker, contando com várias participações do cantor tocando violão assim como fazendo backing vocal. Esse disco trouxe uma música que foi sucesso em todo o mundo e não pode faltar em seus shows: "Heartbreaker". Outros êxitos notáveis da cantora durante os anos 80 foram "It’s You", dueto com Stevie Wonder em 1985, da trilha sonora do filme "A Dama de Vermelho" e também "Love Power", dueto com Jeffrey Osborne em 1987. Dionne também participou de duas músicas beneficentes, ambas em 1985: We Are The World, fazendo parte dos USA For Africa ao lado de várias estrelas da música americana e também That's What Friends Are For, ao lado de Stevie Wonder, Elton John e Gladys Knight, escrita pelo seu velho amigo Burt Bacharach em conjunto com Carole Bayer Sager. Em 1990, Dionne lançou um disco que reverencia um grande músico norte-americano: Cole Porter, destacando a música "Begin The Beguine".


É grande admiradora da música brasileira, e além de uma casa de veraneio na Bahia e outra no bairro do Jardim Botânico no Rio de Janeiro Dionne apresenta-se com certa regularidade ao lado de intérpretes de renome, como Ivan Lins, Simone, Jorge Ben Jor, entre outros e comparecendo muitas vezes ao Programa do Jô.

Em março de 2013 Warwick deu entrada num pedido de falência pessoal junto à Corte de Falências de Nova Jersey, alegando incapacidade de pagar suas dívidas. Warwick deve impostos acumulados desde a década de 90, e declarou que tem um patrimônio total de US$25,5 mil para uma dívida de US$ 10,7 milhões, a maioria dela junto ao Serviço Interno de Arrecadação (correspondente à Receita Federal nos Estados Unidos) e com o estado da Califórnia. Seu advogado alegou que as finanças de Warwick foram mal administradas pelo ex-empresário da cantora e as multas provenientes das dívidas nos últimos 15 anos a tornaram impagável.