terça-feira, 25 de dezembro de 2012

MENSAGEM



Feliz Ano Novo

                                                  AH!!...BONS TEMPOS


domingo, 23 de dezembro de 2012

OH! OH! OH!

Recadoseglitters.com


  AH!!.. "BONS TEMPOS"

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

ARETHA FRANKLIN


Data de Nascimento:25-03-1942
Local de Nascimento:Memphis, TN
País de Origem:EUA
Aretha Franklin é considerada a "rainha" da música soul. Os seus sucessos estrondosos do final dos anos 60 ("Respect", "I Never Loved A Man", ou "Chain Of Fouls", entre muitos outros), valeram-lhe o cognome de "Lady Soul", que desde então tem sido usado sem contestação para a designar.

As raízes de Aretha no gospel são bastante fundas e remontam à época em que cantava com as suas irmãs (na década de 50) no coro de uma igreja de Detroit, onde o seu pai era Reverendo. Aretha grava os seus primeiros discos como cantora de gospel com apenas 14 anos.
Durante a primeira parte da década de 60, Aretha grava pela Columbia com regularidade, conseguindo alguns sucessos de R&B, sem, no entanto, atingir o estatuto de estrela.
A meio da década deixa a Columbia e muda-se para a Atlantic. Conhece então o produtor Jerry Wexler, que estava determinado a fazer sobressair o lado mais soul de Aretha. Seguindo esta direcção, é editado o single "I Never Loved A Man (The Way I Loved You)", gravado com estimáveis músicos de R&B. A música revela-se um daqueles raros momentos de alquimia perfeita na música pop.


No final dos anos 60, Aretha Franklin tornou-se uma das maiores estrelas da música pop (em sentido lato). Muitos viram nela um símbolo da própria América negra, reflectindo a confiança e orgulho crescentes dos afro-americanos, numa década onde triunfavam os movimentos dos direitos civis da comunidade negra. 
A provar o seu sucesso, estão os dez top ten hits que conseguiu entre 1967 e 68, bem como os constantes médios e grandes sucessos que regista nos cinco anos seguintes. Os seus discos desta época vendiam mais do que qualquer outra estrela soul, revelando acima de tudo uma grande consistência artística.
Aretha conseguiu manter um momentum criativo, em parte devido, à escolha ecléctica do seu material, que incluía originais de primeira classe, gospel, blues, pop e versões de rock de grupos como os Beatles ou Simon & Garfunkel.
No início da década de 70, conhece um sucesso artístico e comercial ímpar. Durante esse período, consegue novos hits como "Spanish Harlem", "Bridge Over Troubled Water" e "Day Dreaming". Em seguida, edita dois dos seus mais aclamados álbuns: "Live At Filmore West" e "Amazing Gaze", este último um duplo LP, onde mergulhava nas suas raízes gospel, num disco gravado com James Cleveland & The Southern California Community Choir, que chegou ao top ten e que foi considerado um dos maiores discos gospel-pop de todos os tempos.

Durante os anos seguintes, Aretha regista mais alguns hits, nomeadamente "Angel" e uma versão de "Until You Come Back To Me" de Stevie Wonder. Mas é nesta altura que a sua inspiração parece começar a desvanecer e o seu material se torna mais orientado para a pop. No final da década, o seu contrato com a Atlantic cessa e, a partir daí, os hits surgem de forma intermitente ("Who's Zooming Who" e "Jump To It", estão entre os mais populares), deixando de ter estatuto de estrela que tinha no pico da sua carreira. Muitos dos seus hits eram agora duetos, nomeadamente um com Luther Vandross. 
Mantendo-se numa toada pop nos anos subsequentes, é de registar novo regresso ao gospel em 1987, com o álbum "One Lord, One Faith, One Baptism".
Em relação ao seu material mais recente, como acontece com grande parte das estrelas rock dos anos 60, tem havido reacções díspares. Alguns vêem em Aretha uma voz magnífica desperdiçada em material medíocre acompanhado por produções pobres, outros, procuram agarrar-se a uma qualquer justificação, aclamando-a sempre que parece surgir alguma tentativa de ressurgimento às suas raízes soul. No entanto, todos parecem concordar que os seus discos pós-fase áurea de 70, parecem inconsequentes quando comparados com os da época de ouro da Atlantic. 
Entretanto, e apesar da morna recepção aos seus recentes trabalhos, Aretha Franklin é uma instituição que gera enorme respeito (mesmo para aqueles que possam eventualmente não a apreciar), com uma habilidade extrema para atrair público para os seus espectáculos, independentemente do (in)sucesso de vendas dos últimos trabalhos.


domingo, 16 de dezembro de 2012

VIAGEM AO FUNDO DO MAR

Voyage to the Bottom of the Sea ( Viagem ao Fundo do Mar) foi um filme americano de 1961, do gênero ficção científica, dirigido por Irwin Allen. O filme foi o piloto para o famoso seriado de TV de mesmo nome.

Estrelada por Richard Basehart como o Almirante Nelson; e David Hedison, como o Capitão Crane. A série contava as venturas e desventuras do submarino Seaview em suas missões. No primeiro ano os episódios foram filmados em preto e branco. Nessa primeira temporada o tema quase sempre foi a Guerra Fria, sendo os inimigos correntes os comunistas, normalmente de países fictícios mas que lembravam quase sempre os soviéticos e os cubanos

Com os episódios coloridos, os alienígenas e outros seres fantasticos (lobisomens, bonecos e brinquedos mortais) passaram a trazer problemas para os tripulantes.
O submarino tinha uma visão panorâmica do fundo do mar, encontrando mistérios que ameaçavam a vida dos tripulantes.
O seriado continha uma cena muito famosa: enquanto o submarino sacudia, com os atores sendo lançados de lá para cá os lápis sobre a mesa permaneciam imóveis.

O primeiro episódio da Viagem ao Fundo do Mar foi ao ar pela rede americana ABC no dia 14 de setembro de 1964, e a primeira temporada - a produzida em preto e branco - é considerada a melhor pela crítica.
A partir da terceira temporada foi incorporado à série um pequeno submarino com capacidade de também voar o qual apareceu em vários episódios. Era chamado de "Sub-Voador".
Entre os vários tripulantes havia um marinheiro de ascendencia polonesa chamado Kowalski, que era sempre escolhido pelo seu superior imediato (Chef Shark) para ser o "voluntário" em todas as missões externas ao submarino e que envolviam grande risco de morte.
É indiscutível que a estrela do seriado era o  Seaview, o submarino mais poderoso e avançado da terra, um testemunho para o gênio de seu criador, Harriman Nelson. O Seaview assumiu uma variedade de missões, e por conseguinte levou muitos passageiros: espiões, políticos, líderes mundiais, homens militares, náufragos, estrangeiros, monstros e cientistas.
A falta de continuidade no perfil dos personagens se tornou o calcanhar de Aquiles da série, o que acabou levando-a ao final no dia 15 de setembro de 1968, com um total de 110 episódios produzidos. Estes desencontros nos roteiros coincidiram com a exigência da ABC em cortar verbas de todas as produções, levando o seriado de Irwin Allen literalmente para o fundo do mar. Foi preciso dispensar bons roteiristas e contratar freelances por preços módicos e ideias não muito brilhantes.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

JOSE FELICIANO

José Montserrate Feliciano García (Lares, Porto Rico, 10 de setembro de 1945), cantor e violonista porto-riquenho radicado nos Estados Unidos.

Jose Feliciano nasceu cego, em uma família pobre, com mais onze irmãos. Aprendeu sozinho a tocar acordeão, e aos nove já tocava no The Puerto Rican Theater, no Bronx, Nova Iorque, para onde sua família havia emigrado quando ele tinha cinco anos. Sempre autodidata, passou a praticar o violão, tendo como professor apenas alguns discos. Ganhou vários premios e homenagens. Feliciano é considerado como o primeiro músico latino a penetrar no mercado de música de língua inglesa, abrindo caminho para outros após ele.
Já na adolescência, começou a tocar para ajudar a família. O primeiro salto na carreira profissional ocorreu em um festival em Mar del Plata, Argentina, onde foi visto por um executivo da RCA, que o incentivou a gravar um disco com músicas hispânicas, dando origem aos singles Poquita Fe e Usted. Sua fama alastrou-se com o lançamento de " Light My Fire " ( Doors Music Co. ASCAP 1 de junho de 1968 ).



José Feliciano, ao longo de sua carreira, recebeu 45 discos de ouro e platina; foi indicado 16 vezes para o Grammy, recebendo o prêmio em seis ocasiões, a mais recente delas em fevereiro de 2009, pelo álbum "Senor Bachata". Em 1996, uma escola pública do Harlem foi renomeada "The Jose Feliciano Performing Arts School" pela prefeitura de Nova Iorque e, em 2001, Feliciano recebeu o "Doutorado em Letras Humanas" pela Universidade Sagrado Coração, em Fairfield, Connecticut.

domingo, 9 de dezembro de 2012

THE ZOMBIES

The Zombies (formado em 1961 em St Albans, Inglaterra) foi uma banda britânica de rock.
O grupo era formado por Rod Argent (teclado), Paul Atkinson (guitarra), Colin Blunstone (vocal), Hugh Grundy (bateria) e Chris White (baixo).

Guiado pelo piano rápido de Rod Argent e a melódica voz de Colin Blunstone, a banda emplacou alguns sucessos no final dos anos 60, como "She's Not There", "Tell Her No" e "Time Of The Season". Embora nunca tenham alcançado o destaque de outros grupos da Invasão Britânica, o Zombies eram os favoritos de críticos musicais por seus complexos arranjos e harmonias vocais. Seu álbum Odessey and Oracle, de 1968, é considerado hoje em dia um dos melhores de sua época.

Discografia

Begin Here (1965)
Bunny Lake Is Missing - An Original Soundtrack Recording (1965) (contribuiu com algumas faixas)
Odessey and Oracle (1968)
New World (1991) (apresentando Blunstone, White, Grundy e Sebastian Santa-Maria. Rod Argent participa da regravação de "Time of the Season".)
As Far as I Can See..... (2004)
Breathe Out, Breathe In" (2011)


quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

REVISTA DO RÁDIO

A Revista do Rádio foi uma publicação, que circulou entre 1948 e 1970 (quando transformou-se na Revista do Rádio e TV), editada por Anselmo Domingos, e que retratou o período da Era do Rádio brasileira.
A publicação possuía cerca de 50 páginas; inicialmente mensal, já em 1950 tornou-se semanal, sendo a primeira do país a retratar exclusivamente as notícias do universo artístico que girava em torno da radiodifusão.
Ao todo, foram publicadas mais de mil edições da revista.
Numa pesquisa feita em 1956 pelo IBOPE, no Rio de Janeiro, a Revista do Rádio foi a segunda mais lida, ficando atrás somente de O Cruzeiro

Revista de "fofocas", tinha seu carro-chefe na seção denominada Mexericos da Candinha - onde uma personagem criada pela redação da revista colocava notas sobre a vida pessoal de artistas, muitos deles acreditando que se tratava de uma pessoal real. Além disto, possuía seções em artistas eram entrevistados, acompanhamento das radionovelas, etc.
Em geral, as notícias eram sobre a vida amorosa, rivalidades, aparências, contas bancárias e comportamentos dos famosos. Havia também interação com o público por meio de promoções e premiações aos artistas de rádio, como “Os melhores do Rádio” e o, sempre ansiado pelos fãs, concurso anual “A Rainha e o Rei do Rádio”, promovido pela Associação Brasileira de Rádio. Já em tom mais sério, o editorial, escrito por Anselmo Domingos, analisava quaisquer assuntos relativos ao rádio.


Como não podia deixar de ser, logo após a televisão aparecer no Brasil, no início dos anos 50, o rádio reconheceu a influência do novo veículo. É o que se pode constatar a partir da edição 502, de 2 de maio de 1959, quando logo abaixo do título da revista passou a figurar a frase “A primeira em rádio e televisão”. A partir da edição 532, de 28 de novembro de 1959, o próprio título da publicação passou a ser Revista do Rádio e TV, pois cresceu o número de matérias sobre televisão, publicando-se inclusive a grade de programação das emissoras.
A partir de 1955 Anselmo Domingos passou a assinar seus editoriais, que retratavam também notícias que ligavam ao mundo do rádio e suas celebridade.
Outra mudança apontada, ocorrida ao longo da década de 60, foi o espaço que as novas manifestações da música brasileira, como a bossa nova, os festivais e a jovem guarda ganharam na publicação em detrimento dos tradicionais “cantores (e cantoras) do rádio”. A revista continuava forte, mas a concorrência aumentava com o aparecimento de Radiolândia, TV-Programa, Guia de TV, Intervalo e Amiga.
A Revista do Rádio deixaria de existir em 1970, poucos meses depois da morte de seu criador. Foram vinte e dois anos de informação, histórias de astros e estrelas e construção, semana a semana, dos grandes mitos do rádio brasileiro. Aliás, nada ou quase nada se divulgava sobre artistas estrangeiros, a não ser quando vinham se apresentar no Brasil. Vinte e dois anos de criação, ainda ingênua e com pequena ambição mercantil, de uma nascente cultura de massas no Brasil, num estilo que não deixaria, no entanto, de influenciar as dezenas de publicações que viriam a ser criadas no país.

domingo, 2 de dezembro de 2012

THE ASSOCIATION

The Association é uma banda de pop music da Califórnia. São mais lembrados por sua popularidade na década de 1960, quando emplacaram diversos hits nas paradas da Billboard.
Uma das mais representativas bandas da chamada Resistência Norte Americana à Invasão Britânica, The Association tem como marca registrada harmonias vocais impecáveis junto com ótima produção musical. Eles são os inventores do chamado Barroco Pop e algumas de suas músicas frequentaram muitas vezes os charts das paradas de sucesso.

A história da banda teve início em 1962 quando o cantor e guitarrista Jules Alexander (nascido Jules Gary Alexander no dia 25 de setembro de 1943 em Chattanooga, Tennessee, EUA), então servindo ao exército numa base no Havaí, conheceu o cantor e soprista Terry Kirkman (nascido no dia 12 de setembro de 1939 em Salina, Kansas, EUA), que trabalhava como vendedor. Os dois descobriram coisas em comuns enquanto músicos e um ano depois, quando Alexander deu baixa no exército, a dupla foi morar em Los Angeles, California ecomeçarama explorar a cena musical da cidade. Kirkman já tinha experiência musical, tendo atuado em alguns projetos de Frank Zappa, antes dele formar The Mothers of Invention.
Em 1964, Jules e Terry formaram o grupo The Inner Tubes junto com Doug Dillard, que tinha como local de encontro o lendário clube The Troubadour. Esse grupo teve uma mudança constante na formação, contando com nomes como Cass Elliot (futura The Mamas & The Papas) e David Crosby (futuro The Byrds). No ano seguinte, foi formado o grupo The Men, que tinha 13 integrantes e era a banda residente do Troubadour. Nesse mesmo ano, houve um racha no The Men, onde Jules e Terry levaram mais quatro músicos do grupo original. A então noiva de Kirkman, Judy, sugeriu que eles adotassem o nome The Association, já que a outra metade que permaneceu denominou-se Tony Mafia’s Men.

Em 1967, sem o fundador Jules Alexander, que havia deixado a banda para estudar meditação na Índia, e contando com o guitarrista e vocalista Larry Ramos, o Association gravou o álbum Insight Out, que tinha dois grandes clássicos da banda, Never My Love e Windy. Participaram do Festival Monterey Pop e no ano seguinte eles gravaram o álbum Birthday. Em 1969, receberam Alexander de volta e assumiram a forma de um hepteto. Colaboraram com a trilha sonora do filme Goodbye, Columbus. Em 1970, foi lançado o duplo ao vivo The Association Live e no ano seguinte, um dos principais vocalistas e compositores, Russ Giguere, partiu para a carreira solo, sendo subsituído por umvelho colaborador da banda, Richard Thompson.
Em 1971, a banda lançou o álbum Stop Your Motor, também produzido pela banda, seu último trabalho pela Warner Brothers. Os destaques do disco são: Bring Yourself Home (Bluechel), Funny Kind Of Song (Alexander), P.F. Sloan (Jimmy Webb), It’s Gotta Be Real (Ramos) e Along The Way (Yester). O álbum ficou em 158º lugar no Top 200. A banda assinou contrato com a Columbia Records e começou a elaborar um novo trabalho.
O grupo ainda continua na ativa.

DISCOGRAFIA
    And Then… Along Comes The Association (1966)
    Renaissance (1967)
    Insight Out (1967)
    Birthday (1968)
    Goodbye, Columbus (1969)
    Greatest Hits (1969)
    The Association (1969)
    The Association Live (1970)
    Stop Your Motor (1971)
    Waterbeds in Trinidad! (1972)
    The Association 95: A Little Bit More (1995)
    Just the Right Sound - The Anthology 1966-1981 (2002)