quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

CONNIE FRANCIS



Concetta Rosa Maria Franconero, nasceu no dia 12 de dezembro de 1938. Esteve nas paradas de sucesso na década de 50 e 60 com hits como Stupid Cupid, Who's Sorry Now e Where The Boys Are.
Morando em Nova Jersey, formou-se em 1955 e fez uma breve aparição no show de Arthur Godfrey cantando Little Daddy Girl. Ganhando destaque, foi aconselhada a adotar o nome artístico de Connie Francis.



Após ser rejeitada por diversas gravadoras, a MGM deu-lhe a chance de gravar a música Freddy. Embora essa tivesse alcançado grande reconhecimento público, as gravações que se seguiram não obtiveram o mesmo nível de vendas.
Ainda no início da carreira, Connie envolveu-se com o compositor Bobby Darin, o qual lhe ajudou a escrever diversas canções. Porém, seu pai não apoiava o relacionamento dos dois e fez de tudo para que não ficassem juntos, por fim, foi o que aconteceu.
Desanimada com o fracasso de sua carreira, estava prestes a aceitar uma bolsa de estudos quando seu pai lhe sugeriu que regravasse a música Who's Sorry Now?, que na época fazia sucesso entre os jovens, adultos e idosos.
O disco vendeu cerca de 1 milhão de cópias, alcançando o topo das paradas no Reino Unido, rendendo a Connie, o reconhecimento mundial. Em 1958, outro momento de pouca produtividade cercou sua carreira. Decidida a recomeçar, encontrou-se com Neil Sedaka e Howard Greenfield.
A reunião resultou numa das músicas mais conhecidas do mundo e um dos melhores hits regravados por Connie Francis : Stupid Cupid. A música alcançou as paradas dos EUA durante toda a década de 50. Em 1959, foi contemplada com dois discos de ouro.
Connie apareceu no The Perry Como Show e conquistou ainda mais o púbico em geral. Seu estilo mudou radicalmente nessa época, pois havia lançado seu primeiro disco em italiano. Todo este sucesso rendeu-lhe os mais diversos prêmios e elogios.
Na televisão, ganhou seu próprio programa e chamou atenção dos cineastas da época, que a convidaram para seu primeiro filme: Where The Boys Are. Apesar das mudanças que ocorreram ao longo dos anos, Connie manteve-se nas paradas com sucessos antigos e recentes.
Nos anos 70, uma série de acontecimentos ruins, contribuíram para que sua carreira declinasse.


Em1974, foi estuprada e sofreu um aborto prematuro; realizou uma cirurgia que lhe deixou sem voz e só voltou a carreira após muitas aulas de canto e dicção; e realizou a adoção do pequeno Joey. Em 1981 perdeu o irmão, que segundo alguns, foi assassinado pela máfia. 



No ano seguinte voltou aos palcos, porém, um diagnóstico de depressão por distúrbios mentais, levaram-na a quase cometer suicídio.
Casada quatro vezes, Connie envolveu-se em processos dos mais diversos; superou uma série de dificuldades; gravou seu último cd em 2004, e atualmente, realiza shows que frequentemente atraem grandes públicos.













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