terça-feira, 25 de dezembro de 2012

MENSAGEM



Feliz Ano Novo

                                                  AH!!...BONS TEMPOS


domingo, 23 de dezembro de 2012

OH! OH! OH!

Recadoseglitters.com


  AH!!.. "BONS TEMPOS"

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

ARETHA FRANKLIN


Data de Nascimento:25-03-1942
Local de Nascimento:Memphis, TN
País de Origem:EUA
Aretha Franklin é considerada a "rainha" da música soul. Os seus sucessos estrondosos do final dos anos 60 ("Respect", "I Never Loved A Man", ou "Chain Of Fouls", entre muitos outros), valeram-lhe o cognome de "Lady Soul", que desde então tem sido usado sem contestação para a designar.

As raízes de Aretha no gospel são bastante fundas e remontam à época em que cantava com as suas irmãs (na década de 50) no coro de uma igreja de Detroit, onde o seu pai era Reverendo. Aretha grava os seus primeiros discos como cantora de gospel com apenas 14 anos.
Durante a primeira parte da década de 60, Aretha grava pela Columbia com regularidade, conseguindo alguns sucessos de R&B, sem, no entanto, atingir o estatuto de estrela.
A meio da década deixa a Columbia e muda-se para a Atlantic. Conhece então o produtor Jerry Wexler, que estava determinado a fazer sobressair o lado mais soul de Aretha. Seguindo esta direcção, é editado o single "I Never Loved A Man (The Way I Loved You)", gravado com estimáveis músicos de R&B. A música revela-se um daqueles raros momentos de alquimia perfeita na música pop.


No final dos anos 60, Aretha Franklin tornou-se uma das maiores estrelas da música pop (em sentido lato). Muitos viram nela um símbolo da própria América negra, reflectindo a confiança e orgulho crescentes dos afro-americanos, numa década onde triunfavam os movimentos dos direitos civis da comunidade negra. 
A provar o seu sucesso, estão os dez top ten hits que conseguiu entre 1967 e 68, bem como os constantes médios e grandes sucessos que regista nos cinco anos seguintes. Os seus discos desta época vendiam mais do que qualquer outra estrela soul, revelando acima de tudo uma grande consistência artística.
Aretha conseguiu manter um momentum criativo, em parte devido, à escolha ecléctica do seu material, que incluía originais de primeira classe, gospel, blues, pop e versões de rock de grupos como os Beatles ou Simon & Garfunkel.
No início da década de 70, conhece um sucesso artístico e comercial ímpar. Durante esse período, consegue novos hits como "Spanish Harlem", "Bridge Over Troubled Water" e "Day Dreaming". Em seguida, edita dois dos seus mais aclamados álbuns: "Live At Filmore West" e "Amazing Gaze", este último um duplo LP, onde mergulhava nas suas raízes gospel, num disco gravado com James Cleveland & The Southern California Community Choir, que chegou ao top ten e que foi considerado um dos maiores discos gospel-pop de todos os tempos.

Durante os anos seguintes, Aretha regista mais alguns hits, nomeadamente "Angel" e uma versão de "Until You Come Back To Me" de Stevie Wonder. Mas é nesta altura que a sua inspiração parece começar a desvanecer e o seu material se torna mais orientado para a pop. No final da década, o seu contrato com a Atlantic cessa e, a partir daí, os hits surgem de forma intermitente ("Who's Zooming Who" e "Jump To It", estão entre os mais populares), deixando de ter estatuto de estrela que tinha no pico da sua carreira. Muitos dos seus hits eram agora duetos, nomeadamente um com Luther Vandross. 
Mantendo-se numa toada pop nos anos subsequentes, é de registar novo regresso ao gospel em 1987, com o álbum "One Lord, One Faith, One Baptism".
Em relação ao seu material mais recente, como acontece com grande parte das estrelas rock dos anos 60, tem havido reacções díspares. Alguns vêem em Aretha uma voz magnífica desperdiçada em material medíocre acompanhado por produções pobres, outros, procuram agarrar-se a uma qualquer justificação, aclamando-a sempre que parece surgir alguma tentativa de ressurgimento às suas raízes soul. No entanto, todos parecem concordar que os seus discos pós-fase áurea de 70, parecem inconsequentes quando comparados com os da época de ouro da Atlantic. 
Entretanto, e apesar da morna recepção aos seus recentes trabalhos, Aretha Franklin é uma instituição que gera enorme respeito (mesmo para aqueles que possam eventualmente não a apreciar), com uma habilidade extrema para atrair público para os seus espectáculos, independentemente do (in)sucesso de vendas dos últimos trabalhos.


domingo, 16 de dezembro de 2012

VIAGEM AO FUNDO DO MAR

Voyage to the Bottom of the Sea ( Viagem ao Fundo do Mar) foi um filme americano de 1961, do gênero ficção científica, dirigido por Irwin Allen. O filme foi o piloto para o famoso seriado de TV de mesmo nome.

Estrelada por Richard Basehart como o Almirante Nelson; e David Hedison, como o Capitão Crane. A série contava as venturas e desventuras do submarino Seaview em suas missões. No primeiro ano os episódios foram filmados em preto e branco. Nessa primeira temporada o tema quase sempre foi a Guerra Fria, sendo os inimigos correntes os comunistas, normalmente de países fictícios mas que lembravam quase sempre os soviéticos e os cubanos

Com os episódios coloridos, os alienígenas e outros seres fantasticos (lobisomens, bonecos e brinquedos mortais) passaram a trazer problemas para os tripulantes.
O submarino tinha uma visão panorâmica do fundo do mar, encontrando mistérios que ameaçavam a vida dos tripulantes.
O seriado continha uma cena muito famosa: enquanto o submarino sacudia, com os atores sendo lançados de lá para cá os lápis sobre a mesa permaneciam imóveis.

O primeiro episódio da Viagem ao Fundo do Mar foi ao ar pela rede americana ABC no dia 14 de setembro de 1964, e a primeira temporada - a produzida em preto e branco - é considerada a melhor pela crítica.
A partir da terceira temporada foi incorporado à série um pequeno submarino com capacidade de também voar o qual apareceu em vários episódios. Era chamado de "Sub-Voador".
Entre os vários tripulantes havia um marinheiro de ascendencia polonesa chamado Kowalski, que era sempre escolhido pelo seu superior imediato (Chef Shark) para ser o "voluntário" em todas as missões externas ao submarino e que envolviam grande risco de morte.
É indiscutível que a estrela do seriado era o  Seaview, o submarino mais poderoso e avançado da terra, um testemunho para o gênio de seu criador, Harriman Nelson. O Seaview assumiu uma variedade de missões, e por conseguinte levou muitos passageiros: espiões, políticos, líderes mundiais, homens militares, náufragos, estrangeiros, monstros e cientistas.
A falta de continuidade no perfil dos personagens se tornou o calcanhar de Aquiles da série, o que acabou levando-a ao final no dia 15 de setembro de 1968, com um total de 110 episódios produzidos. Estes desencontros nos roteiros coincidiram com a exigência da ABC em cortar verbas de todas as produções, levando o seriado de Irwin Allen literalmente para o fundo do mar. Foi preciso dispensar bons roteiristas e contratar freelances por preços módicos e ideias não muito brilhantes.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

JOSE FELICIANO

José Montserrate Feliciano García (Lares, Porto Rico, 10 de setembro de 1945), cantor e violonista porto-riquenho radicado nos Estados Unidos.

Jose Feliciano nasceu cego, em uma família pobre, com mais onze irmãos. Aprendeu sozinho a tocar acordeão, e aos nove já tocava no The Puerto Rican Theater, no Bronx, Nova Iorque, para onde sua família havia emigrado quando ele tinha cinco anos. Sempre autodidata, passou a praticar o violão, tendo como professor apenas alguns discos. Ganhou vários premios e homenagens. Feliciano é considerado como o primeiro músico latino a penetrar no mercado de música de língua inglesa, abrindo caminho para outros após ele.
Já na adolescência, começou a tocar para ajudar a família. O primeiro salto na carreira profissional ocorreu em um festival em Mar del Plata, Argentina, onde foi visto por um executivo da RCA, que o incentivou a gravar um disco com músicas hispânicas, dando origem aos singles Poquita Fe e Usted. Sua fama alastrou-se com o lançamento de " Light My Fire " ( Doors Music Co. ASCAP 1 de junho de 1968 ).



José Feliciano, ao longo de sua carreira, recebeu 45 discos de ouro e platina; foi indicado 16 vezes para o Grammy, recebendo o prêmio em seis ocasiões, a mais recente delas em fevereiro de 2009, pelo álbum "Senor Bachata". Em 1996, uma escola pública do Harlem foi renomeada "The Jose Feliciano Performing Arts School" pela prefeitura de Nova Iorque e, em 2001, Feliciano recebeu o "Doutorado em Letras Humanas" pela Universidade Sagrado Coração, em Fairfield, Connecticut.

domingo, 9 de dezembro de 2012

THE ZOMBIES

The Zombies (formado em 1961 em St Albans, Inglaterra) foi uma banda britânica de rock.
O grupo era formado por Rod Argent (teclado), Paul Atkinson (guitarra), Colin Blunstone (vocal), Hugh Grundy (bateria) e Chris White (baixo).

Guiado pelo piano rápido de Rod Argent e a melódica voz de Colin Blunstone, a banda emplacou alguns sucessos no final dos anos 60, como "She's Not There", "Tell Her No" e "Time Of The Season". Embora nunca tenham alcançado o destaque de outros grupos da Invasão Britânica, o Zombies eram os favoritos de críticos musicais por seus complexos arranjos e harmonias vocais. Seu álbum Odessey and Oracle, de 1968, é considerado hoje em dia um dos melhores de sua época.

Discografia

Begin Here (1965)
Bunny Lake Is Missing - An Original Soundtrack Recording (1965) (contribuiu com algumas faixas)
Odessey and Oracle (1968)
New World (1991) (apresentando Blunstone, White, Grundy e Sebastian Santa-Maria. Rod Argent participa da regravação de "Time of the Season".)
As Far as I Can See..... (2004)
Breathe Out, Breathe In" (2011)


quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

REVISTA DO RÁDIO

A Revista do Rádio foi uma publicação, que circulou entre 1948 e 1970 (quando transformou-se na Revista do Rádio e TV), editada por Anselmo Domingos, e que retratou o período da Era do Rádio brasileira.
A publicação possuía cerca de 50 páginas; inicialmente mensal, já em 1950 tornou-se semanal, sendo a primeira do país a retratar exclusivamente as notícias do universo artístico que girava em torno da radiodifusão.
Ao todo, foram publicadas mais de mil edições da revista.
Numa pesquisa feita em 1956 pelo IBOPE, no Rio de Janeiro, a Revista do Rádio foi a segunda mais lida, ficando atrás somente de O Cruzeiro

Revista de "fofocas", tinha seu carro-chefe na seção denominada Mexericos da Candinha - onde uma personagem criada pela redação da revista colocava notas sobre a vida pessoal de artistas, muitos deles acreditando que se tratava de uma pessoal real. Além disto, possuía seções em artistas eram entrevistados, acompanhamento das radionovelas, etc.
Em geral, as notícias eram sobre a vida amorosa, rivalidades, aparências, contas bancárias e comportamentos dos famosos. Havia também interação com o público por meio de promoções e premiações aos artistas de rádio, como “Os melhores do Rádio” e o, sempre ansiado pelos fãs, concurso anual “A Rainha e o Rei do Rádio”, promovido pela Associação Brasileira de Rádio. Já em tom mais sério, o editorial, escrito por Anselmo Domingos, analisava quaisquer assuntos relativos ao rádio.


Como não podia deixar de ser, logo após a televisão aparecer no Brasil, no início dos anos 50, o rádio reconheceu a influência do novo veículo. É o que se pode constatar a partir da edição 502, de 2 de maio de 1959, quando logo abaixo do título da revista passou a figurar a frase “A primeira em rádio e televisão”. A partir da edição 532, de 28 de novembro de 1959, o próprio título da publicação passou a ser Revista do Rádio e TV, pois cresceu o número de matérias sobre televisão, publicando-se inclusive a grade de programação das emissoras.
A partir de 1955 Anselmo Domingos passou a assinar seus editoriais, que retratavam também notícias que ligavam ao mundo do rádio e suas celebridade.
Outra mudança apontada, ocorrida ao longo da década de 60, foi o espaço que as novas manifestações da música brasileira, como a bossa nova, os festivais e a jovem guarda ganharam na publicação em detrimento dos tradicionais “cantores (e cantoras) do rádio”. A revista continuava forte, mas a concorrência aumentava com o aparecimento de Radiolândia, TV-Programa, Guia de TV, Intervalo e Amiga.
A Revista do Rádio deixaria de existir em 1970, poucos meses depois da morte de seu criador. Foram vinte e dois anos de informação, histórias de astros e estrelas e construção, semana a semana, dos grandes mitos do rádio brasileiro. Aliás, nada ou quase nada se divulgava sobre artistas estrangeiros, a não ser quando vinham se apresentar no Brasil. Vinte e dois anos de criação, ainda ingênua e com pequena ambição mercantil, de uma nascente cultura de massas no Brasil, num estilo que não deixaria, no entanto, de influenciar as dezenas de publicações que viriam a ser criadas no país.

domingo, 2 de dezembro de 2012

THE ASSOCIATION

The Association é uma banda de pop music da Califórnia. São mais lembrados por sua popularidade na década de 1960, quando emplacaram diversos hits nas paradas da Billboard.
Uma das mais representativas bandas da chamada Resistência Norte Americana à Invasão Britânica, The Association tem como marca registrada harmonias vocais impecáveis junto com ótima produção musical. Eles são os inventores do chamado Barroco Pop e algumas de suas músicas frequentaram muitas vezes os charts das paradas de sucesso.

A história da banda teve início em 1962 quando o cantor e guitarrista Jules Alexander (nascido Jules Gary Alexander no dia 25 de setembro de 1943 em Chattanooga, Tennessee, EUA), então servindo ao exército numa base no Havaí, conheceu o cantor e soprista Terry Kirkman (nascido no dia 12 de setembro de 1939 em Salina, Kansas, EUA), que trabalhava como vendedor. Os dois descobriram coisas em comuns enquanto músicos e um ano depois, quando Alexander deu baixa no exército, a dupla foi morar em Los Angeles, California ecomeçarama explorar a cena musical da cidade. Kirkman já tinha experiência musical, tendo atuado em alguns projetos de Frank Zappa, antes dele formar The Mothers of Invention.
Em 1964, Jules e Terry formaram o grupo The Inner Tubes junto com Doug Dillard, que tinha como local de encontro o lendário clube The Troubadour. Esse grupo teve uma mudança constante na formação, contando com nomes como Cass Elliot (futura The Mamas & The Papas) e David Crosby (futuro The Byrds). No ano seguinte, foi formado o grupo The Men, que tinha 13 integrantes e era a banda residente do Troubadour. Nesse mesmo ano, houve um racha no The Men, onde Jules e Terry levaram mais quatro músicos do grupo original. A então noiva de Kirkman, Judy, sugeriu que eles adotassem o nome The Association, já que a outra metade que permaneceu denominou-se Tony Mafia’s Men.

Em 1967, sem o fundador Jules Alexander, que havia deixado a banda para estudar meditação na Índia, e contando com o guitarrista e vocalista Larry Ramos, o Association gravou o álbum Insight Out, que tinha dois grandes clássicos da banda, Never My Love e Windy. Participaram do Festival Monterey Pop e no ano seguinte eles gravaram o álbum Birthday. Em 1969, receberam Alexander de volta e assumiram a forma de um hepteto. Colaboraram com a trilha sonora do filme Goodbye, Columbus. Em 1970, foi lançado o duplo ao vivo The Association Live e no ano seguinte, um dos principais vocalistas e compositores, Russ Giguere, partiu para a carreira solo, sendo subsituído por umvelho colaborador da banda, Richard Thompson.
Em 1971, a banda lançou o álbum Stop Your Motor, também produzido pela banda, seu último trabalho pela Warner Brothers. Os destaques do disco são: Bring Yourself Home (Bluechel), Funny Kind Of Song (Alexander), P.F. Sloan (Jimmy Webb), It’s Gotta Be Real (Ramos) e Along The Way (Yester). O álbum ficou em 158º lugar no Top 200. A banda assinou contrato com a Columbia Records e começou a elaborar um novo trabalho.
O grupo ainda continua na ativa.

DISCOGRAFIA
    And Then… Along Comes The Association (1966)
    Renaissance (1967)
    Insight Out (1967)
    Birthday (1968)
    Goodbye, Columbus (1969)
    Greatest Hits (1969)
    The Association (1969)
    The Association Live (1970)
    Stop Your Motor (1971)
    Waterbeds in Trinidad! (1972)
    The Association 95: A Little Bit More (1995)
    Just the Right Sound - The Anthology 1966-1981 (2002)


quarta-feira, 28 de novembro de 2012

BARRY MANILOW


Barry Alan Pincus, mais conhecido como Barry Manilow, (Brooklyn, 17 de junho de 1943) é um cantor e compositor estadunidense, muito conhecido pelos seus hits dos anos 70 I Write the Songs, Mandy e Copacabana.
A carreira sem igual de Barry Manilow está calcada numa sólida reputação como cantor, compositor, arranjador e produtor. Ele lota casas de espetáculos, bate recordes de audiência na televisão, compõe trilhas de cinema e para a Broadway e já vendeu 60 milhões de discos no mundo todo. Seu sucesso está devidamente ilustrado por uma coleção de prêmios Grammy, Emmy e Tony Awards, além de uma indicação ao Oscar. Portanto, não é à toa que a bíblia da indústria fonográfica Radio & Records o considera imbatível na categoria Adulto Contemporânea de Todos os Tempos.


O envolvimento de Manilow com a música começou com aulas de piano e acordeão na casa de um vizinho. Ele ainda morava no Brooklin quando decidiu que faria disso uma carreira e assim que entrou na Escola de Música de Nova York, conseguiu um emprego de contínuo na CBS para pagar suas despesas, sem jamais imaginar que este seria o primeiro passo para o estrelato.
O golpe de sorte aconteceu numa tarde em que lhe pediram para procurar canções de domínio público para a adaptação do melodrama musical The Drunkard, mas ao invés de atender o pedido, ele compôs a trilha inteira! E o musical fez tanto sucesso que permaneceu em cartaz por oito anos.
Após o debut, Barry se tornou o diretor musical do seriado Callback, acumulando as funções de compositor, produtor e cantor dos jingles para a rádio e TV CBS. Paralelamente, também cantava no clube Upstairs at the Dowstairs, onde conheceu a atriz Bette Midler, que o convidou para ser o pianista e arranjador de seu primeiro disco, The Divine Miss M. Esse álbum recebeu disco de ouro e o Grammy de Melhor do Ano de 1972, o que induziu Barry a produzir o trabalho seguinte da cantora, o platinado Bette Midler (1973).


Na mesma época, ele assinou com a Bell Records — mais tarde, Arista Records — para gravar seu álbum de estréia, mas Midler o persuadiu a continuar como produtor em sua primeira turnê nacional. Ele aceitou, contanto que pudesse cantar três canções na segunda parte do show. Ela concordou. Quando Barry iniciou sua própria turnê em 1974, ‘Mandy’ já era um hit de 25 consecutivos Top 40, marca que foi superada nos anos seguintes por ‘Even Now’, ‘This One For You’, ‘Weekend in New England’, ‘I Write the Songs’, ‘Trying to Get the Feeling Again’ e outras canções de sua autoria.
Bastaram quatro anos para que ele igualasse o feito de Frank Sinatra e Johnny Mathis, com cinco álbuns emparelhados no topo das paradas. Um momento oportuno para a estréia do The Barry Manilow Special, show que obteve audiência de 37 milhões para a ABC-TV e um Emmy Award de Melhor Especial do Ano. Depois vieram The Second Barry Manilow Special (1978), The Third Barry Manilow Special (1979) e a superprodução One Voice (1980), que serviu de aquecimento para a turnê In the Round World (1981-82), cujos melhores momentos estão no box set que bateu o recorde de vendas dos Rolling Stones.


O último show dessa turnê aconteceu no Royal Albert Hall, as notícias da época contam que os fãs enfrentaram a pior tempestade da história inglesa para vê-lo desembarcar no aeroporto Heatrow. Havia trezentos policiais formando um cordão humano para conter o que o British Daily Mail descreveu como “uma histeria jamais vista desde o apogeu de Elvis e dos Beatles”. Para retribuir a calorosa recepção, Manilow lançou Live in Britain e se tornou o primeiro americano a estrear no Reino Unido como o nº 1 das paradas na mesma semana de lançamento, conquistando três discos de platina consecutivos e o recorde dos Beatles.
Os dois anos seguintes foram dedicados à Around the World Tour in 80 Dates, que teve como ponto alto o show histórico no Palácio de Blenheim, na Inglaterra, ao qual Barry se refere como o evento mais importante de sua carreira. Ele encerrou a turnê com um concerto beneficente no Royal Festival Hall, tendo a princesa e o príncipe de Gales como anfitriões.
Em 1985, incansável, ele acrescentou um álbum de estúdio às paradas, o primeiro após três anos na estrada, e estreou na CBS a comédia musical Copacabana, baseada na canção homônima que ganhou o Grammy de 1978. Ele conta que a idéia da canção surgiu durante a viagem que fez ao Rio de Janeiro com seu parceiro de composições Bruce Sussman. Ficaram hospedados no Copacabana Palace e de tanto ler o nome do hotel em cinzeiros, toalhas e toda sorte de produtos, passaram a achar a palavra incrivelmente sonora. O espetáculo entrou no Top Ten de produções para TV daquele ano e foi revisitado em 2000 para comemorar os 54 anos de Manilow. A montagem com Franc D’Ambrosio e as Copa Girls foi novamente dirigida por ele e percorreu 32 cidades norte-americanas.

Entre turnês sucessivas, Barry produziu o álbum With My Lover Beside Me, da cantora de jazz Nancy Wilson, além de compor melodias para letras inéditas de Johnny Mercer. O que já havia feito, com a canção ‘When October Goes’, para o álbum Paradise Cafe (1984). Quando as gravações terminaram, ele partiu para uma aventura no mundo da animação, compondo trilhas para os filmes Thumbelina, The Peeble and the Penguin e Rapunzel.
Seu 30º álbum rendeu tributo a Frank Sinatra reunindo canções que fizeram grande sucesso na voz do cantor. O disco recebeu duas indicações ao Grammy de 1998 e entrou no repertório da turnê realizada no Reino Unido. No ano seguinte, Manilow recrutou trinta músicos de estúdio para encorpar a banda que o acompanharia ao Carnegie Hall, para um show em prol dos vitimados pela Aids.
Sem dúvida foi uma apresentação espetacular. Com quatro décadas de experiência, Barry Manilow sabe o que seus fãs querem ouvir: ‘Even Know’, ‘Somewhere Down the Road’, ‘Copacabana’, ‘Can’t Smile Without You’, ‘Mandy’… “Nunca houve uma escolha entre a música e qualquer outra coisa, ninguém, nada conseguiu despertar um sentimento aproximado a essa paixão que me guia através dos anos. Sou totalmente comprometido com a minha música e meus fãs”, ele afirma com convicção.

domingo, 25 de novembro de 2012

Garotas! Garotas! Garotas! (Girls! Girls! Girls!) ELVIS PRESLEY

SINOPSE

O guia de pesca Ross Carpenter (Elvis Presley) tem duas paixões... o mar e Garotas! Garotas! Garotas! Sonhando em ter seu próprio barco algum dia, o carismático pescador trabalha também como cantor de um hotel para ganhar dinheiro. No palco ele atrai a atenção de todos e os olhares de mais de uma garota. Dividido entre a festiva atração principal da boate (Stella Stevens) e a charmosa socialite, que posa de moça trabalhadora (Laurel Goodwin), Ross tem que decidir qual será a garota de sorte que vai fazer seu coração cantar.

Informações Técnicas

Título no Brasil:  Garotas! Garotas! Garotas!
Título Original:  Girls! Girls! Girls!
País de Origem:  EUA
Gênero:  Musical / Comédia
Classificação etária: Livre
Tempo de Duração: 98 minutos
Ano de Lançamento:  1962
Site Oficial:
Estúdio/Distrib.:  Paramount Pictures
Direção:  Norman Taurog


Elenco

Elvis Presley ... Ross Carpenter
Stella Stevens ... Robin Gantner

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

DENY E DINO ( Jovem Guarda)

Deny e Dino é uma dupla musical brasileira formada inicialmente pelos cantores e compositores José Rodrigues da Silva, o Deny (Santos, 1944) e Décio Scarpelli, o Dino (Santos, 1942 – São Paulo, SP 1994)

A dupla se conheceu em Santos, em 1956, e no final da década de 1950 formavam "Os Boas Pintas", que cantava nas rádios e boates. Nos anos 60, convidados para participar dos programas de televisão de Hugo Santana, adotaram os cognomes de Deny e Dino, e na época gravaram o primeiro compacto, para a Odeon, em 1966, com a música Coruja (da dupla), que obteve grande sucesso. Participantes do programa Jovem Guarda, da TV Record, em São Paulo, lançaram várias composições, como “Eu não me importo”, “Lição de moral”, “O estranho homem do disco voador”, incluídas todas no LP Coruja, que vendeu mais de dois milhões de cópias, um feito inacreditável para a época.
Em 1969 a dupla gravou o LP Deny e Dino, também pela Odeon. Outros sucessos foram: O maior golpe do mundo (Continental, 1975), com música-título de Marcos Lago e Dino Rossi, e Cantem comigo (Top Tape, 1973).
A dupla gravou mais de 30 compactos e 10 LPs e participou de muitos programas de televisão da década de 1960. Assunto obrigatório em jornais e revistas, a dupla esteve com muitas outras músicas nas paradas de sucesso da época e ganhou vários discos de ouro e troféus como os famosos Chico Viola e Roquete Pinto.
Suas músicas também foram tocadas em todos os países da América Latina.


Após a morte de Dino, em 1994, Deny continuou carreira com outro parceiro, Elliot de Souza Reis, que desde 1996 manteve o cognome Dino, e gravou o CD Essencial (selo Acervo, 1995), com regravações de antigos sucessos ao lado de músicas novas. Deny participou também de shows comemorativos dos 30 anos da Jovem Guarda e passou a apresentar programas de rádio dedicados ao rock das décadas de 1950 e 1960.
Atualmente Deny mora no bairro do Jardim Suarão, na Baixada Santista.





domingo, 18 de novembro de 2012

TOMMY JAMES & THE SHONDELLS


Tommy James (nascido Thomas Gregory Jackson, 29 de Abril de 1947, Dayton, Ohio) é um cantor, músico, letrista e produtor norte-americano.
Em 1958 aos onze anos, a família de Tommy se mudou para Niles, Michigan. Aos doze anos, formou sua primeira banda, chanada Tom and the Tornadoes. In 1963, mudaram o nome para The Shondells.
Em 1964, um DJ local da rádio WNIL, de Niles, fundou seu próprio selo, Snap Records. Os Shondells foram umas das bandas locais gravadas por ele. Uma das canção foi a obscura “Hanky Panky”, de autoria de Jeff Barry and Ellie Greenwich. A canção fez muito sucesso localmente, mas o selo não tinha recursos para promovê-la nacionalmente e logo foi esquecida.


Em 1965, um DJ em Pittsburgh, Pennsylvania encontrou uma cópia de “Hanky Panky” e a tocou como se fosse “exclusiva” da rádio. A resposta dos ouvintes foi positiva, que quiseram saber onde poderiam conseguir uma cópia do “novo” compacto. Um outro DJ começou a tocar a canção em festas locais. De olho na demanda, um pirata local gravou a canção do rádio em fita cassete e começou a prensar cópias da mesma. As vendas da cópia pirata foram estimadas em 80.000 unidades. O DJ de Pittsburgh “Mad Mike” Metro localizou Tommy James e informou a ele que a canção era o maior sucesso da cidade. Tommy quase desligou o telefone na cara do DJ, mas foi convencido a ir para a Pennsylvania e fazer aparições promovendo o não mais esquecido compacto. Logo, Tommy estava em Nova York vendendo o master original de “Hanky Panky” para a Roulette Records. No final do verão de [1966], era o compacto mais vendido do país.


Os Shondells tinham há muito se separado, e não quiseram reunir a banda para viajar para Pittsburgh. Tommy voou para lá sozinho, e localizou uma banda local chamada The Raconteurs para se tornarem os substitutos dos Shondells. O grupo precisava continuar, e escolheu uma canção chamada “Say I Am (What I Am)”. Embora não tenha tido o mesmo sucesso de “Hanky Panky”, alcançou a 21ª posição nas paradas no mesmo ano.
A Roulette escalou os letristas Richie Cordell e Bo Gentry para a tarefa de escrever as canções para o [Tommy James & The Shondells]]. De 1967 a 1969, o grupo conseguiu um sucesso após o outro no selo Roulette, incluindo as cinco que chegaram às dez primeiras posições: “I Think We’re Alone Now”, “Mirage”, “Mony Mony”, “Crimson and Clover” (o segundo e último a chegar na primeira posição nos EUA, “Sweet Cherry Wine”, e “Crystal Blue Persuasion”.
Tommy James and The Shondells se separaram em 1970. Tommy seguiu carreira solo, e alcançou as paradas novamente com “Draggin’ the Line” (4º lugar em 1971) e “Three Times In Love” (19º lugar em 1980). Tommy ganhou 23 compactos de ouro, 9 discos de ouro e platina e vendeu mais de 100 milhões de discos no mundo todo. Ele também escreveu o hit “Tighter, Tighter” em 1970 para o grupo Alive ‘N Kickin’, que vendeu milhões de cópias.

“Mony Mony foi creditada a Tommy James, Bo Gentry, Richie Cordell, e Bobby Bloom, cuja gravação “Montego Bay” tinha alcançado o Top 10. “Mony Mony” foi a única canção que ficou entre as vinte mais tocadas no Reino Unido: alcançou o número 1, enquanto que nos EUA foi o número 3.
- A canção “Mirage” usa as cordas e a estrutura de “I Think We’re Alone Now” tocadas ao contrário. Foi criada quando a canção original estava sendo tocada ao contrário, enquanto escreviam as letras.
- A capa do disco “It’s Only Love” foi a primeira foto profissonal tirada por Linda Eastman McCartney em 1966.
- O título Mony Mony foi inspirado no nome de uma compania de seguros chamada Mutual Of New York, cujo logotipo podia ser visto do apartamento de Tommy em Manhattan.
- Tommy James and the Shondells recusaram um convite para tocar no festival de Woodstock, alertados pelo seu empresário, que achou que seria um suicídio para a carreira da banda.
- Tommy James and the Shondells foi um dos primeiros grupos a gravar clipes, começando com “Mony Mony” em 1968 - treze anos antes do nascimento da MTV norte-americana.
- Várias bandas regravaram sucessos de Tommy James. Joan Jett (empresariada pelo ex-Shondell Kenny Laguna) alcançou o Top 10 com “Crimson and Clover” em 1982. Em novembro de 1987 Tiffany e Billy Idol alcançaram a primeira posição respectivamente com “I Think We’re Alone Now” e “Mony Mony.”
- Mais recentemente em 2006, o trio finlandês The Micragirls incluiu uma versão de uma das músicas menos conhecidas dos Shondells, ‘Go Go Gorilla’ no seu disco ‘Feeling Dizzy Honey’.
- Quando Tommy partiu para a carreira solo em 1970, o baixista Mike Vale e o bateirista Pete Lucia formaram o Hog Heaven, e gravaram um disco pela Roulette Records.